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Danilo Pascoal
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Email para contato. caixaparacontato@protonmail.com

Recomendo ao que não conseguem assistir pelo app Amethyst use o zap.stream no navegador do celular. Fica perfeito e rápido igual o Rumble.

No aplicativo do próprio Amethyst não consigo assistir sequer abre o vídeo. Apenas no zap.stream no navegador como falei acima.

Replying to Avatar Allan Dos Santos

Come check out my stream on zap.stream!

https://zap.stream/naddr1qqjx2dr9xesngv3s956kgwtz956xvves95urqen994jr2vp5vymxvve3vd3kzq3qeaz6dwsnvwkha5sn5puwwyxjgy26uusundrm684lg3vw4ma5c2jsxpqqqpmxw6phyg8

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Eu não assisti ao vivo mas acompanhando agora pelo navegador Brave no celular com Android o vídeo está ótimo. Imagem boa e áudio idem.

Eu também acho que é passageiro. Não é possível que tem tanta gente com a necessidade em salvar imagem de macaco e sapo.

Acho que não terá sucesso é muito estranho. Mercado de morte assusta a maioria das pessoas. Me parece algo como os NFTs de sapo ou macaco mas pior. Apostar o dia da morte da pessoa não vejo como algo que as pessoas irão se atrair. É muito macabro.

O Hugo Quinteiro falou algo que realmente chamou minha atenção. A taxa de transação na rede relâmpago entre dois canais diferente ainda é cara. Mais de 10 satoshis na maioria das vezes. Precisa ser no máximo 1 satoshi e até frações de satoshi. Segunda camada como a rede relâmpago ainda tem muito a melhorar. A rede relâmpago tem por obrigação ser mais rápido e mais barato que o PIX pois ela é focado só nisso.

Replying to Avatar Alexandre Costa

Autocensura e destruição da linguagem

Todo totalitarismo começa pela linguagem. A transformação dos sentidos e significados e o uso sistemático de palavras e expressões calculadas para influenciar mentalidades e, desta forma, preparar o ambiente para futuras decisões totalitárias, sempre esteve presente no desenvolvimento de regimes ditatoriais.

O movimento revolucionário depende dessa estratégia para fortalecer suas posições, mascarar suas intenções e avançar a sua agenda. Foi assim na União Soviética, que inicialmente instrumentalizou a insatisfação popular com o czarismo por meio de palavras de ordem concatenadas de maneira a formar um imaginário antimonárquico, foi assim na Alemanha de Hitler, que inicialmente desumanizou a imagem dos judeus para que no momento adequado a população estivesse suficientemente dessensibilizada a ponto de aceitar a repressão, a perseguição, os campos de concentração e a “solução final”. E se analisarmos com atenção o desenvolvimento de todo regime totalitário iremos encontrar esse mesmo modus operandi.

A manipulação da fala tem o objetivo de preparar o terreno para a escalada totalitária, pois com a linguagem aparelhada fica mais fácil subverter toda estrutura política e cultural de uma sociedade.

Estamos presenciando essa prática mais uma vez. E agora com um agravante derivado do aperfeiçoamento do método. Esse aperfeiçoamento diz respeito ao foco do aparelhamento. Se antes o ataque à linguagem era algo exclusivamente externo, atualmente vemos essa pressão se originar de dentro pra fora.

Nas experiências totalitárias do século XX a opressão partia de agentes políticos e mirava os indivíduos e o ambiente social, seja pelo convencimento e persuasão em variados níveis, seja pela obrigação legal ou por meio da força bruta. Hoje temos o próprio sujeito como alvo e emissor do ataque ao mesmo tempo.

Desde o advento do politicamente correto uma nova forma de instrumentalização da linguagem tem facilitado o trabalho daqueles que pretendem construir um ambiente que permita a implantação de uma agenda totalitária.

Esse processo, que pode ser representado pelo patrulhamento de toda e qualquer palavra proferida em público, se desenvolve e se instala na sociedade de forma a penetrar cada conduta e cada mentalidade, terminando por internalizar como sentimento imperceptível que se revela em cada comportamento e em cada raciocínio.

Com o patrulhamento internalizado, passamos a estudar cada termo utilizado, reprimindo, substituindo ou inovando o vocabulário com o objetivo de adequação a um “padrão” supostamente “aceitável”, para evitar conflitos ou para agradar determinada tendência ideológica – visível ou camuflada.

Diante da ameaça, velada ou ostensiva, de uma punição ou de qualquer forma de represália, passamos instintivamente a reprimir a nossa fala, calculando cada termo na esperança de assim conseguir passar a mensagem sem sofrer as consequências, na maioria das vezes imaginárias.

Quando passamos a obedecer a essa patrulha abandonamos a espontaneidade e então toda comunicação torna-se artificial, criando um discurso vazio, apenas aparentemente coerente, revestido de uma camada que mescla superficialidade, imprecisão e cinismo.

A censura quase sempre extrapola o indivíduo censurado e influencia decisivamente o comportamento de todo seu entorno. Por medo ou por preguiça intelectual, muitos abandonam o foco e a essência original da expressão livre e independente, e com isso o objetivo de informar transforma-se em ato hipócrita, vazio e inócuo.

Nesse sentido, podemos dizer que a censura atinge o âmago de toda sociedade e funciona como uma graduação do terrorismo, que atinge seu objetivo quando alcança um circulo muito maior do que a área atacada. Além das vítimas diretamente alvejadas, ainda espalha o medo que vai reprimir e intimidar muito mais pessoas.

Décadas de politicamente correto prepararam o ambiente para a transformação que estamos presenciando. Se antes o medo da censura estava diretamente relacionado a alguma punição, agora esse pavor já faz parte da psique e não depende tanto dessa pressão externa.

A autocensura, originada por essa tentativa de adequação a um padrão estabelecido pelo ambiente social, pelos agentes repressores ou simplesmente pelas “normas da comunidade” apregoadas pelas plataformas das redes sociais, além de funcionar como o terror atenuado e diluído, ainda perverte a própria personalidade ao esmagar a individualidade, corroer a segurança e a confiança nos sentidos e na capacidade de percepção da realidade. E a normalização da autocensura serve também de termômetro para a observação do ambiente que vivemos, tanto pelos aspectos sociais, quanto pelos psicológicos.

Embora a manipulação da linguagem dificulte a disseminação de informações verdadeiras e relevantes, ela sempre oferece uma oportunidade para a previsão dos próximos passos.

Como sabemos que esse processo costuma anteceder a censura radical e a perseguição, podemos deduzir que estamos avançando rapidamente, e sem qualquer chance aparente de retorno, para um mundo cada vez menos livre, com uma linguagem cada vez menos precisa e significativa, e com pessoas cada vez mais inseguras e frágeis, dispostas a reprimir suas palavras e ideias e a aceitar qualquer iniciativa totalitária.

(Trecho do livro Um copo de Red Pill - Vide Editorial 2020 - Alexandre Costa)

A auto censura já é prática a décadas entre os jornalistas da grande mídia. Observa-se que o jornalista gostaria de dar a sua visão sobre um fato com maior clareza mas se omite para o outro dia não ter que emitir mais uma nota de desculpa. E hoje as redes sociais como o Twitter, Instagram e Facebook está bloqueando contas por palavras consideradas como não politicamente correto. O atual presidente da Argentina Javier Milei choca a esquerda por falar exatamente o que deseja falar assim como Donald Trump e Giovanni Meloni da Itália. Como liberal-libertário vejo que como indivíduo não posso ceder ao medo do politicamente correto mesmo com chances de retaliação. Não podemos ceder ao medo pois como disse Martin Luther King: não tenho medo do grito dos maus mas sim do silêncio dos bons.

Replying to Avatar Fedora Project

It's almost here! nostr:npub1cc6ytnszwfk95y956lvagfp47esfw4wprhky8tj7egayw53zx24sq7ama2 Plasma 6 is around the corner and Fedora 40 will be one of the first to have it available on a stable release.

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Test Days are running from today, Jan 29 to Feb 5. 📆

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#Fedora #KDE #Linux #OpenSource

Nice

Ousada como Monero

#m=image%2Fjpeg&dim=664x900&blurhash=_EK93%5BVp04GbwG%2B%5D%3Dx%3D%3DxtAJNt%2C%3AoIkWuk3V%7DYr%3Dxt%24OW%3D7gVZ%23kF%7Crs%23pShv-FK%251%2BuE*V%5DNG9vS%24%3D_%2CnF2nOEzrJsAot%24kE%25wuoMM%7CWUt7n%25NaohjZK0nPJVn4s%3AxtnO&x=4e24e1c106eb119d9c7309050a87c9de7717da3f0ffae5c0d5942b8d1bd03b61

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“o que aconteceu em Davos era algo impensável há pouco tempo: um presidente anarcocapitalista olha nos olhos dos globalistas, os repreende por suas ideias socialistas e entoa uma ode à liberdade, ao capitalismo e à livre iniciativa. E cita Israel Kirzner e Alberto Benegas Lynch Jr., dois economistas austríacos. Ele critica a Agenda 2030, o neomarxismo, o feminismo, o aborto, os impostos, o socialismo, a grande mídia, alerta para a destruição dos valores ocidentais e fala de Deus como o Criador. Pura guerra cultural. ¡Viva la libertad, carajo!". O último parágrafo arremata o texto. Muito bom.

Será que o Alexandre de Moraes vai proibir ele de realizar as transmissões? Se acontecer é porque querem mesmo matar o mesmo não só politicamente.

Bolsonaro não caiu. Isso assusta o consórcio STF-PT. Mesmo com todos os ataques e a grande mídia dia e noite atacando o mesmo. O Bolsonaro só não foi preso devido a sua popularidade na minha opinião pois a vontade do Alexandre de Moraes é grande.

Brasileiro é dado aos vícios. Se não está no bar consumindo bebidas alcoólicas o dia inteiro está apostando em jogo. Assim fica difícil. 😕