🜂 O Espelho do P2P
No universo descentralizado (P2P), muitos buscam a liberdade sem perceber as amarras invisíveis que ainda os cercam.
Chamam de P2P — pessoa a pessoa —, mas esquecem que, muitas vezes, por trás da chave PIX está um CNPJ disfarçado de anonimato.
A pressa em converter, a urgência em escapar, o desejo de mover o dinheiro sem rastros… tudo isso cria a ilusão de autonomia.
Mas o que é a liberdade sem consciência do caminho que se trilha?
O anonimato sem discernimento é apenas outra forma de cegueira.
Aquele que envia e aquele que recebe se refletem na mesma responsabilidade.
A blockchain registra, o tempo arquiva, e o Estado — paciente — apenas observa.
Vendedores ou plataformas facilitadores denominados P2P que está por baixo de CNPJ pode não gostar doq falo, mas eles serão os responsáveis por entregas diversas pessoas de mãos beijadas ainda que pagem 5% acima do valor de mercado.
O verdadeiro P2P não é o ato técnico de enviar criptomoedas entre carteiras;
é o pacto silencioso entre dois indivíduos que compreendem o risco e a ética da descentralização.
Quando esse pacto é substituído por uma empresa oculta sob um CNPJ qualquer, o espírito do P2P se dissolve,
e o que resta é apenas mais uma intermediação — mascarada de liberdade.
Negociar sem consciência é entregar-se àquilo que se pretendia evitar: o controle.
A descentralização começa não na blockchain, mas na lucidez de quem a utiliza.
Use o senso lógico quando for comprar BTC, evitem comprar quem tem chave Pix com CNPJ, evitem o Pix sempre que possível de modo geral.

> Algo curioso está acontecendo no mundo cripto — e pouca gente percebeu.
A promessa original da descentralização era simples: liberdade sem intermediários, resistência à censura e soberania digital.
Mas hoje, boa parte da inovação está migrando para camadas construídas sobre Ethereum, as famosas L2s, que — ironicamente — dependem de sequenciadores, chaves de atualização e provedores centralizados.
Estamos realmente evoluindo o conceito de descentralização…
ou apenas recriando o mesmo modelo de poder, só que com contratos inteligentes e logos novos?
Enquanto o Bitcoin e suas L2s — como RSK e Lightning — mantêm a essência da resiliência política e técnica, vemos o ecossistema Ethereum caminhar para um modelo cada vez mais permissionado, onde um grupo restrito pode pausar, censurar ou filtrar transações.
A descentralização está se tornando uma marca de marketing, não uma filosofia de projeto.
Se o futuro das blockchains depender de estruturas que podem ser desligadas por um e-mail judicial…
então talvez estejamos construindo uma Web3 centralizada — só que com passo de blockchain.
A pergunta que fica é:
estamos realmente descentralizando o poder… ou apenas movendo o centro?
Enquanto L2 do ETH há maior número de validadores em um ambiente sensível a censura, L2 do BTC com menos validadores e mais próximo do BTC.
Eu estou buscando entender o uso de Mints, ECash, e como verificar se um Mint é confiável.
Usando minha intuição, imagino que um Mint é um relays que cria um canal com endereço de recebimento (pois vi que recebi e que alguns perfis já usavam aqui) por eu não ter um node próprio. Mas tenho minhas dúvidas da real necessidade, se crio um channel, ele irá passar pelo processo de Sync ao se reconectar, então qual o real uso do Mint? Apenas um endereço eletrônico mais humano para recebimento?
Sim, desculpa kkkk falei o contrário
Se já entende com um pouco de profundidade o bitcoin, aqui está a descrição detalhada do tipo de contrato inteligente que compõe a lightning;
https://bitcoin.org/devguid/contratos.html
Em micropayment channel é descrito em detalhes.
Entendido a parte do bitcoin e como são usados contratos de canais de micropagamentos em bitcoin, em https://lightning.network/dois você vai encontrar o paper da lightning e mais detalhes. Depois disso pode entrar no github do lnd na pasta docs que tem alguns arquivos .md com toda a documentação de como a lightning é implementada.
Boa, acredito que o paper seja bem técnico, mas irei dar uma olhada, agradeço!
Irei fazer uso de alguns conteúdos para usar um pouco mais próximo do avançado, comecei a usar, mas me sinto leigo ainda.
A parte de Blockchain, Chains em redes não BTC eu entendo bem, mas na LN essas questões me Mints e Canais com Garantias foram o que me gerou estranheza.
Mas o Monero não é tão frágil quanto o BTC por haver um representante que possa de certa forma quebrar o pilares do Monero? (Dúvida, sem ironia)
Primeiro, isso é o código da urna?
Eu concordo totalmente que com a semente se torna possível determinar a previsibilidade, mas para e pensa cmg, se nós, que nem olhamos código e nem trabalhamos dias tentando burlar já sabemos disso, acha mesmo que ninguém tentou isso?
Hackers já tentaram exploraram as possibilidades a nível de código (e sim, há brechas, mas difíceis de ser exploradas, como dump, em qq sistema), se há possibilidade de corrupção, seria mais fácil se aplicar de outra forma, não a nível de código.
Qual a taxa?
Poucos estados do Nordeste recebem isenção ou benefício tributário comparado a outros estados, voltado a setores importantes, nem tudo é preto no branco, há mais variáveis que não completa em um simples gráfico

