O que me impressiona não é a mendacidade. É a pura falta de criatividade.

Um 2025 de pouca chatice para ti, meu caro!
Quanto à newsletter, até amanhã sai uma nova.
Livraço demais. (E a qualidade gráfica dessa edição, hein.)
Que chatice ter de começar o ano assim.
Maravilha! Pô, felicidade saber de seu interesse pelo projeto, que quase certamente ficará mesmo para 2026, mas acerca do qual devo escrever alguma coisa nas próximas semanas. Valeu!
(Por um instante, apareceu. Depois sumiu de novo. Deve ser dessas instabilidades de sempre por aqui.)
O texto sequer embedou no Primal. Lá vai o link enorme:
Curioso: fiz esse post via Yakihonne, e ele aparece normal em meu feed se acesso pelo Damus. Já pelo Primal, nadica de nada. Qual seria a bronca?
(E sim, o Primal está conectado a vários relays ao qual o Yakihonne também está.) nostr:note1y858fwfyzahnyxkmyr6nme44l2knlh6t2gtxnw4gazl82w6y02wqq9nw8r
Opa, agora funcionou. Conectei-me a mais relays e aí o conteúdo foi upado.
Bacana, agora é só usar o nostr:nprofile1qqsq36k72r04rkj2gt6acpz7xkehrypwqmt2spfpt0kr6ukudp7vkpqpzamhxue69uhhyetvv9ujuurjd9kkzmpwdejhgtcpzpmhxue69uhkummnw3ezumt0d5hsz9thwden5te0wfjkccte9ejxzmt4wvhxjme0v2l6t9 para criar um blog usando essas notas longas do Nostr. O que acha?
Farei isso ainda hoje.
Rapaz, esse teu comentário tinha passado batido por aqui! Há alguns problemas com o pólen natural. O primeiro é que ele não envelhece muito bem. O segundo é que ele é irregular: às vezes um pouco mais escuro, às vezes um pouco mais claro; e, quando está mais escuro, é bem ruim, a legibilidade das páginas piora. E um terceiro problema é que seu preço mais baixo não está se refletindo no preço final dos livros (embora eu reconheça que nesse caso o problema esteja nas editoras, e não no papel em si).
Saí do Substack e levei minha lista de contatos para outra hospedagem. Instagram e twitter já eram; falta agora matar o canal no YouTube, o que será um passo difícil, confesso, por menor que seja meu público ali. Verei como tornar suave a saída de lá a longo prazo.
Comecei a utilizar notas longas (ou “artigos”) aqui no Nostr. Como, pelo que entendi, essas notas não são repassadas a todos os relays, já que alguns só exibem as notas curtas, deixo aqui o link de minha primeira postagem (até para testar como fica a exibição).
—> Conheça Convivium e ganhe 25% de desconto na inscrição pagando em bitcoin.
E fique atento, que em breve começarei a postar artigos em inglês para atingir um público mais amplo e começar a abrir terreno para um projeto vindouro.
Obrigadão. Acho que irei de Yakihonne.
Dica para você que está usando o Substack: nostr:nevent1qqsf2305guagsz8f448qlzhsxk7a4v089ld977u9eju27gz843v9lwcppemhxue69uhkummn9ekx7mp0qgsxrxhk5c9nlex8xw4v5psu2gkvn370rkr77nys37kvtmvnd5aa7gcrqsqqqqqpmxylum
nostr:npub1vxd0dfst8ljvwva2egrpc53ve8ru78v8aaxfpravchkexmfmmu3sqnrs50, hoje tirei um tempo para fazer testes com os clientes para textos longos. Logo veio a dúvida: algum motivo especial para você ter falado do Highlighter, e não do Yakihonne ou do Habla? Estes dois últimos, aliás, parecem ter uma interface melhor, e o editor de texto do primeiro, pelo que vi rapidamente agora, traz mais opções.
Então a dica serve para o nostr:nprofile1qqs2tz3xvdf7r3j2ae50wnmsdsdutdw9eldhtmnvvngeumqjs7ajjxqpzamhxue69uhhyetvv9ujumn0wd68ytnzv9hxgtcza0rek, rs.
Muito bom! Engraçado é que estou deixando o Substack. Coloquei no ar um blog mais tradicional em ronaldrobson.com , onde espero começar a escrever na próxima semana. O que talvez funcione para mim é inserir uma página com espelho de notas aqui do Nostr. Já tinha pensado nisso e agora procurarei com mais empenho fazer acontecer.
As editoras brasileiras, após adotarem uma política de preços elevados para conseguirem suportar os falsos descontos necessários à competição no comércio on-line, agora deram para utilizar o infame papel pólen natural. A Companhia das Letras tem cobrado 100, 120 reais em livros de 300 páginas impressos nesse primo pobre da família pólen soft, bold etc. Hoje descubro que a Ed. 34 também adotou a prática. Muitas outras já tinham feito o mesmo.
Isso me forçará ainda mais a buscar livrarias físicas onde possa verificar o papel do tomo pelo qual pagarei meio tanque de gasolina. Buscar impressões de poucos anos atrás de livros agora reimpressos em papel pior também será necessário.
Hoje mesmo experimentei isso: procurei numa livraria física a impressão de 2011 (pólen soft) de um livro ainda em catálogo que foi há pouco reimpresso em pólen natural.
Sei, por contato pessoal com editores, que o aumento dos preços da Suzano só raramente justifica a preferência pelo pólen natural, ainda mais no caso de editoras grandes que todos os meses imprimem dezenas de milhares de exemplares e assim, com descontos nas gráficas, ganham uma margem generosa de lucro.
É realmente uma sacanagem com o leitor.
Meu pandeirão de bumba-meu-boi.

Oi, Arthur, tudo beleza? Procurei algum e-mail seu nas caixas de entrada e de spam, mas não encontrei. Vou lhe enviar por mensagem um link para conversa pelo SimpleX (basta baixar o app, coisa simples). Ok?