Avatar
Meu Nome
db15d1988b40f3f889b3f19b753f9d25bc936335daa2685e08e2070a68fe4742
Não tem nada aqui

HAHAHAHAHAHA, leite de macho. Fujaaaa.

O golpe é esta história. Criaram uma narrativa para justificar a futura imposição de leis regulatórias. Quem não conhece estes fdp que os compre.

Quem vota em bandido não é vitima, mas cúmplice.

Opa, até que enfim chegou ao nostr. Guarde muito bem e longe dos olhos das pessoas a sua chave privada e divulgue a chave publica.

Maravilha. Este é o motivo de não trocar o sul por nenhuma outra região do Bostil.

Apenas corrigindo, homossexual deveria ser a esquerda e não a direita.

Quanta bobagem. Esta é a forma que eles utilizam para precionar as empresas a apoiarem a merda lgbtqhadokenshoriukem4kwifioled

O Bostil se tornou um hospício a céu aberto. Este país não foi feito para dar certo e ainda ficamos incentivando a demência feminina.

Replying to Avatar Hertu20 🧿

# Viagem interestelar:

**A única tecnologia humana, que podemos ter agora é o projeto Orion, outras iniciativas vão demorar muito tempo para existir. (Tipo reatores a fusão nuclear, antimatéria etc)**

&f=1&ipt=46cc1729db3fcac680ffe50c00f8fc9a65ac2573282d39763534445df0bc03bc

O Projeto Orion foi uma iniciativa audaciosa desenvolvida nas décadas de 1950 e 1960, que visava criar uma espaçonave propulsada por explosões nucleares. Idealizado pela Força Aérea dos Estados Unidos, pela DARPA e pela NASA, o projeto buscava explorar a viabilidade de uma nave que utilizasse a energia de explosões atômicas para impulsionar-se no espaço. A ideia original foi proposta pelo físico Stanisław Ulam em 1946, mas o projeto ganhou forma em 1958, sob a liderança de Ted Taylor e Freeman Dyson.

O conceito do Orion era inovador: a nave seria equipada com um sistema de propulsão que detonaria bombas nucleares em sequência, criando uma onda de choque que empurraria um "pusher plate" na parte inferior da espaçonave. Essa abordagem prometia uma eficiência de propulsão sem precedentes, permitindo que a nave alcançasse velocidades muito superiores às dos foguetes convencionais. O projeto previa até mesmo uma missão a Marte, com um tempo estimado de 125 dias para a ida e volta, transportando até oito astronautas

&f=1&ipt=df9fcd7058fd8437b4dad95fd9184142e202a76c9849075b8b6c88b734f8d456.

Apesar do potencial revolucionário, o Projeto Orion enfrentou desafios significativos, tanto técnicos quanto políticos. A realização de testes não nucleares foi feita, e um dos mais bem-sucedidos ocorreu em novembro de 1959, quando um modelo alcançou uma altura de aproximadamente 100 metros. No entanto, a assinatura do Tratado de Proibição Parcial de Testes Nucleares em 1963, que proibia explosões nucleares na atmosfera e no espaço, levou ao cancelamento do projeto em 1964. Essa decisão foi influenciada por preocupações sobre a radiação e os efeitos ambientais das explosões nucleares.

O legado do Projeto Orion, no entanto, perdura. Ele inspirou conceitos posteriores de propulsão espacial e continua a ser um tema de interesse em discussões sobre viagens interplanetárias e interstelar. Em 2025, novas pesquisas e desenvolvimentos em propulsão nuclear estão sendo explorados, refletindo a visão original do Orion, mas com tecnologias mais avançadas e preocupações ambientais em mente.

Um novo jogo para a nova geração de consoles?