Aqui no DF, teve um ano em que um deputado tomou posse antes do prazo normal para evitar que seu processo por fraude eleitoral fosse julgado na justiça comum.
A fraude aconteceu assim: ele era dono de uma empresa de terceirização de serviços, fornecendo seguranças, recepcionistas, garçons, faxineiros e outros profissionais para órgãos públicos e grandes empresas. Ele obrigou seus mais de 20 mil funcionários a entregarem seus títulos de eleitor, além dos títulos de pelo menos dois familiares. Depois, registrou a seção eleitoral de cada um e organizou esses dados. O esquema era simples: cada seção precisava ter, no mínimo, o mesmo número de votos correspondentes aos títulos coletados. Se a conta não batesse, todos os funcionários daquela seção seriam demitidos.
Com isso, ele foi eleito com uma votação expressiva. Voto de cabresto sem precisar violar o sigilo do voto nem alterar as urnas.
Depois de tomar posse às pressas, o processo foi arquivado e, com o tempo, prescreveu, sem que houvesse qualquer punição.
Sim sou do DF, foi um tal de Cristiano Araújo, dono de empresas terceirizadas?
Mas olha que maravilha, todos os funcionários se mantiveram no emprego, votaram por interesse próprio, logo foi uma decisão racional, rs. E qualquer um que fosse eleito, nada mudaria mesmo, haha.
Eu digo o milagre mas não digo o santo :-D Deixo essa parte com vocês :-D
Vi aqui:

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