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Astrólogo Berlanda
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Astrologia Científica Astrologia (Mapa Astral) Yoga Chi Gong (Chi Kung) Meditação WhatsApp: 55 41 99770 4243 Sites: Astrologia: www.astrol.com.br Yoga, Meditação, Auto-ajuda: www.ebys.com.br Hinduísmo http://www.ebys.com.br/hinduismo/index.html Canais web canal youtube https://www.youtube.com/@astrol.com.br_astrologo canal odysee https://odysee.com/@emersonberlanda:9?page=1

10 – Aquele que dedica sem apego todas suas ações à Brahman, não é umedecido pelo pecado, assemelhando-se à folha de lótus (que sempre está na água, sem molhar-se).

11 – O homem abnegado, que renuncia ao apego, atua com o corpo, a

mente, o intelecto e os sentidos para purificar sua mente.

12 – O homem equilibrado, renunciando ao fruto da ação, logra a

suprema paz; em troca, o que carece de equilíbrio e cuja ação é impelida pelo desejo, permanece atado por seu apego ao fruto da ação.

13 – Aquele que controlou seus sentidos, quando renuncia a toda ação pelo discernimento se sente feliz na cidade de nove portas (o corpo) e não atua nem faz atuar a ninguém.

14 – O Senhor não cria para as pessoas o conceito de agente nem a união com os frutos das ações. Tudo isto é obra da natureza.

15 – O onipresente Senhor não aceita o pecado nem a virtude de

ninguém. O conhecimento está envolvido pela ignorância, por isso os

seres caem na ilusão.

16 - Mas aqueles cuja ignorância foi destruída pelo conhecimento do

Atman (Ser), este conhecimento, como o sol, lhes revela o Supremo.

17 – Os seres, cujos intelectos estão impregnados Daquele (o Supremo), que se identificaram com Aquele, que tomaram refúgio Naquele e cujas impurezas foram limpas pelo conhecimento, alcançam o estado de não retorno (a liberação).

18 – Com a mesma equanimidade o sábio considera a um erudito

brahmin, a uma vaca, a um elefante, a um cão e a um selvagem.

19 – Os homens equânimes, mesmo nesta vida, conquistam a existência

relativa e como Brahman é perfeito e idêntico com todos, eles se

estabelecem em Brahman.

20 – Aquele que conhece a Brahman e está estabelecido Nele, cuja mente não tem mais ilusões e nem dúvidas, não se regozija ao receber objetos agradáveis nem se aflige quando recebe objetos desagradáveis.

21 – Aquele cuja mente não tem mais apego aos objetos externos dos sentidos, alcança a bem-aventurança do Atman e se identifica com Brahman; e estando absorto Nele, goza a bem-aventurança eterna.

“Como é o leite? Ó, vocês dizem que é algo branco. Não podem pensar em leite sem sua brancura e também,

pensar na brancura sem pensar no leite.

“Assim, não se pode pensar em Brahman sem Shakti, ou em Shakti sem Brahman.

Não se pode pensar no Absoluto sem o Relativo, ou no Relativo sem o Absoluto.

“O Poder Primordial está sempre em ação . Está sempre criando, preservando e destruindo, como um jogo.

Este Poder é chamado Kali. Kali é na verdade, Brahman e Brahman é de fato, Kali. É uma e mesma

Realidade. Quando pensamos n’Ela como inativa, quer dizer, não engajada na criação, preservação e

destruição, A chamamos Brahman, mas quando Ela está ocupada nessas atividades, A chamamos Kali ou

Shakti. A Realidade é uma e a mesma: a diferença está em nome e forma.

“É como a água, chamada em diferentes línguas por nomes diferentes, como ‘jali’, ‘pani' e assim por diante.

Há três ou quatro ghats no lago. Os hindus bebem água num lugar, chamam-na ‘jal’. Os muçulmanos num

outro lugar, chamam-na ‘pani’. E os ingleses num terceiro lugar, ‘water’. Os três nomes denotam uma e

mesma coisa, a diferença está somente no nome. De algum modo, alguns dirigem-se à Realidade como ‘Alá’,

alguns como ‘Deus’, alguns como ‘Brahman’ ou ‘Kali’, e outros por nomes como ‘Rama’, ‘Jesus’, ‘Durga’,

‘Hari’.

Keshab (sorrindo): “Descreve-nos, senhor, de quantas maneiras Kali, a Mãe Divina, brinca neste mundo.”

Mestre (com um sorriso): “Ó, Ela brinca de diferentes modos. É somente Ela que é conhecida como MahaKali, Nitya-Kali, Shmasana-Kali, Raksha Kali e Shyama-Kali. Maha-Kali e Nitya-Kali estão mencionadas na filosofia tântrica. Quando não existia nem criação, nem o sol, a lua, os planetas e a terra e quando a escuridão estava envolta na escuridão, então a Mãe, a Sem Forma, Maha-Kali, o Grande Poder, era una com Maha-Kali, a Absoluta.

“Shyama-Kali tem um aspecto um tanto terno e é adorada pelos chefes de família hindus. É doadora de Graças

e Dissipadora do medo. O povo adora Raksha-Kali, a Protetora, quando ocorrem epidemias, fome, terremotos,

seca e enchente. Shmasana-Kali é a Encarnação do poder de destruição. Habita nos crematórios, cercada de

cadáveres, chacais e terríveis espíritos femininos. Da boca sai um fluxo de sangue, em Seu pescoço está

dependurado um colar de cabeças humanas e em Sua cintura, um cinto feito de mãos humanas.

“Depois da destruição do universo, no final de um grande ciclo, a Mãe Divina armazena as sementes para a

próxima criação. Ela é como a senhora mais velha de uma casa, que tem um pote onde guarda os diferentes

utensílios para o uso doméstico. (Todos riem).

O evangelho de Sri Ramakrishna

Capítulo V

27 de outubro de 1882

O Mestre e Keshab

Tem-se procurado saber donde vem e aonde vai este universo;

e tem-se respondido que vem da liberdade, sujeita-se à fatalidade e volta de novo à liberdade. Assim, quando dizemos que o homem não é mais que o ser infinito se manifestando, queremos dizer que só uma parte muito pequena dele é em realidade o homem; este corpo e esta mente que percebemos são apenas uma parte do todo, apenas um ponto da existência infinita. O universo é somente uma partícula da infinita existência, e todas nossas leis e limitações, nossas alegrias, nossas felicidades e nossas esperanças, estão dentro dele; todo nosso progresso e nossa decadência se acham nos limites de sua pequena jurisdição. De maneira que vedes quão infantil é esperar uma continuação deste universo (criação de nossa mentes) e aguardar o céu que, depois de tudo, só pode ser uma repetição deste mundo que conhecemos. Como vedes, é um desejo impossível e infantil adaptar a totalidade da existência infinita a esta existência limitada e condicionada que conhecemos.

Quando um homem afirma que terá sempre a mesma coisa que agora possui, ou, como tenho dito algumas vezes, quando ele pede uma religião confortável, podeis estar seguro de que se degenerou tanto que já não é capaz de pensar em algo mais elevado do que o é atualmente.

Este homem é tão só o que são suas mesquinhas circunstâncias atuais. Esqueceu sua natureza infinita, e seu pensamento se circunscreve às pequenas alegrias, tristezas e aborrecimentos do momento. Pensa que esta coisa finita é o infinito; e não

somente isto, mas não quer abandonar tão ridícula idéia. Aferra-se desesperadamente a trishná, a sêde de viver, que os budistas chamam tanha e trissá. Podem existir milhões de classes de felicidades, de seres, de leis, de progresso e de causação atuando fora deste pequeno universo que conhecemos, pois a totalidade de tudo isto compreende apenas uma seção de nossa natureza.

Para alcançar a liberdade, devemos transcender os limites do nosso universo. O perfeito equilíbrio, ou o que os cristãos chamam a paz, que se encontra além de todo entendimento, não pode ser conquistado neste mundo, nem no céu nem em lugar algum onde nossa mente possa pensar, os sentidos perceber e a imaginação conceber. Nenhum destes lugares pode nos dar a liberdade, porque todos eles estariam dentro de nosso universo e este está limitado pelo tempo, espaço e causação. Podem existir lugares que sejam mais etéreos do que nossa terra, onde os prazeres sejam mais intensos, porém mesmo esses lugares estarão dentro de nosso universo, e portanto, sujeitos à lei; por conseguinte, devemos ir mais além, e a verdadeira religião começa onde termina o nosso universo. As rápidas alegrias e sofrimentos findam onde a realidade começa. Enquanto não abandonarmos a sêde de viver, a atração pela existência transitória e condicionada, não teremos nem sequer a esperança de vislumbrar essa infinita liberdade que existe além do limitado.

É lógico que não existe mais do que uma só maneira de obter esta liberdade (uma das mais nobres aspirações da humanidade) : o desprezo desta pequena vida, deste pequeno universo, desta terra, do céu, do corpo, da mente e de tudo o que está limitado e condicionado. Se renunciarmos o nosso apego por este pequeno universo dos sentidos e da mente, seremos imediatamente livres. É o único modo de se livrar dos laços e ir além das limitações da lei e da causação.

Todavia, é, sumamente difícil deixarmos de nos aferrar a este universo; muito poucos o conseguem. Nossos livros mencionam um dos modos de obtê-lo. Um é chamado nei, neti (isto não, isto não), e o outro se chama iti (isto); o primeiro é negativo e o segundo positivo. A maneira negativa é a mais difícil e só possível para homens de mentes elevadas e poderosa vontade; desses que se põem de pé e dizem: "Não, não aceito isto", e a mente e o corpo obedecem sua vontade, e surgem vencedores da prova. A maioria da humanidade escolhe o modo positivo, o caminho do mundo, usando de todas as limitações para romper essas mesmas limitações. Esta é também uma maneira de renunciar; só que age de maneira lenta e gradual, conhecendo as coisas, gozando delas e obtendo. desta maneira. experiência, conhecendo a natureza das coisas até que a mente termina por abandoná-las.

O primeiro modo de se desligar é mediante o raciocínio; o segundo, pela experiência. O primeiro é a senda da jnana-yoga e se caracteriza pela negativa de realizar qualquer obra; o segundo é, a karma-yoqa, aquela que age sem cessar. Todos devem trabalhar no universo. Só aqueles que estão satisfeitos com o Ser, cujas mentes nunca saem fora do Ser, para quem o Sor é tudo em todos, não trabalham. Os demais devem trabalhar.

do livro

karma Yoga, capitulo 7 : Liberdade

de Swami Vivekananda

21. Quem conhece a verdade de que o Homem real é eterno, indestrutível, superior ao tempo, à mudança e aos acidentes, não pode cometer a estultice de pensar que pode matar ou ser morto.

22. Como a gente tira do corpo as roupas usadas e as substitui por novas e melhores, assim também o habitante do corpo (que é o Espírito), tendo abandonado a velha morada mortal, entra em outra, nova e recém-preparada para ele.

23. O Homem real, o Espírito, não pode ser ferido por armas, nem queimado pelo fogo; a água não o molha, o vento não o seca nem move.

24. Ele é impermeável, incombustível, indissolúvel, imortal, permanente, imutável, inalterável, eterno, e penetra tudo.

25. Em sua essência, é invisível, inconcebível, incognoscível . Sabendo isto, não te entregues à aflição pueril.

Bhagavad Gita

mensagem de Krishna a Arjuna

Tradução de FRANCISCO

VALDOMIRO LORENZ

OM . . .

Com nossos ouvidos, ouçamos o que ê bom.

Com nossos olhos, contemplemos vossa integridade.

Tranqüilos no corpo, possamos nós, que vos veneramos,

encontrar descanso.

OM . . . Paz - paz - paz.

DO INFINITO OCEANO da existência surgiu Brahman, primogênito e o primeiro entre os deuses.

Dele jorrou o Universo, e ele se tornou seu protetor.

0 conhecimento de Brahman, alicerce de todo conhecimento, ele revelou a seu filho primogênito, Atharva.

Atharva, por sua vez, ensinou esse mesmo conhecimento de Brahman a Angi. Angi ensinou-o a Satyabaha, que o revelou a Angiras.

Certa vez, Sounaka, o famoso chefe de família, dirigiu-se a Angiras e perguntou-lhe

respeitosamente:

"Sagrado senhor, o que é aquilo através do qual todo o resto é conhecido?"

"Aqueles que conhecem Brahman", replicou Angiras, "dizem que existem dois tipos de conhecimento, o superior e o inferior.

"O inferior é o conhecimento dos Vedas (O Rig, O Sama, O Yajur e o Atharva), e também o conhecimento da fonética, dos cerimoniais, da gramática, da etimologia, da métrica e da astronomia.

"O mais elevado é o conhecimento daquilo através do qual se conhece a realidade imutável.

Através disso, é totalmente revelado aos sábios aquilo que transcende os sentidos, que não tem causa, que é indefinível, que não tem olhos nem ouvidos, nem mãos nem pés, que tudo permeia, que é mais sutil do que o mais sutil - o que dura eternamente, a origem de tudo.

"Como a teia vem da aranha, como as plantas crescem do solo e o cabelo do corpo do homem, assim jorra o Universo do eterno Brahman.

"Brahman quis que fosse assim, e extraiu de si mesmo a causa material do Universo; disso veio a energia primordial; e da energia primordial a mente; da mente os elementos sutis; dos elementos sutis os diversos mundos; e de ações realizadas por seres nos diversos mundos a cadeia de causa e efeito a

recompensa e punição das ações.

"Brahman tudo vê, tudo sabe; ele é o próprio conhecimento. Dele nascem a inteligência cósmica, o nome, a forma, e a causa material de todos os seres criados e das coisas."

Finitos e transitórios são os frutos dos rituais de sacrifício. Os iludidos, que os encaram como os mais elevados bens, permanecem sujeitos ao nascimento e à morte.

Vivendo no abismo da ignorância, porém sábios em seu próprio conceito, os iludidos dão voltas e voltas, como cegos levados por cegos.

Vivendo no abismo da ignorância, embora sábios em seu próprio conceito, os iludidos se crêem abençoados. Apegados a palavras, não conhecem Deus.

As ações levam-nos apenas ao céu, onde, para sua tristeza, suas recompensas rapidamente se esgotam, e são lançados de volta à Terra.

Ao considerarem a religião como sendo a execução de rituais e a prática de ações de caridade, os iludidos permanecem ignorantes do bem mais elevado.

Após aproveitar no céu a recompensa das suas boas ações, eles penetram novamente no mundo dos mortais.

Porém as almas sábias e tranqüilas e que possuem autocontrole -que estão satisfeitas em espírito, e que praticam a austeridade e a meditação na solidão e no silêncio são libertadas de toda impureza, e

atingem, através do caminho da liberação para o imortal, o que verdadeiramente existe, o imutável Eu.

Que o homem dedicado à vida espiritual examine cuidadosamente a natureza efêmera de tal prazer, seja aqui ou no além, como pode ser obtido através de boas ações, e perceba assim que não é pelas

ações que se ganha o Eterno.

Que não dê atenção às coisas transitórias, e sim que, absorto na meditação, renuncie ao mundo.

Para conhecer o Eterno, que se aproxime humildemente de um Guru dedicado a Brahman e que conheça bem as escrituras.

A um discípulo que se aproxima reverentemente, que é tranqüilo e possui autocontrole, o mestre sábio, sinceramente e sem restrição, fornece esse conhecimento através do qual é conhecido o que

verdadeiramente existe, o Eu imutável.

O Imperecível é o Real. Assim como inúmeras fagulhas sobem de um fogo flamejante, das profundezas do Imperecível surgem todas as coisas.

Para as profundezas do Imperecível elas tornam a descer.

Dotado de luz própria é esse Ser, e não possui forma. Ele habita dentro de tudo e fora de tudo. Ele nunca nasceu, é puro, maior do que o maior, não possui alento, não possui mente.

Dele nascem o sopro vital, a mente, os órgãos dos sentidos, o éter, o ar, o fogo, a água e a terra, e ele mantém tudo isso unido.

O céu é a sua cabeça, o Sol e a Lua os seus olhos, as quatro fases os seus ouvidos, as escrituras reveladas a sua voz, o ar o seu fôlego, o Universo o seu coração. Dos seus pés veio a Terra. Ele é o mais

profundo Eu de todos.

Dele surge o céu iluminado pelo Sol, do céu a chuva, da chuva o aumento, e do alimento a semente que o homem dá à mulher.

Assim, todas as criaturas descendem dele.

Dele saem os hinos, os cantos devocionais, as escrituras, os rituais, os sacrifícios, as oblações, as divisões do tempo, o que age e a ação, e todos os mundos iluminados pelo Sol e purificados pela Lua.

Dele nascem deuses de diversas descendências. Dele nascem anjos, homens, feras, pássaros; dele nascem a vitalidade e o alimento para sustentá-la; dele vêm a austeridade e a meditação, a fé, a verdade, a

continência e a lei.

Dele jorram os órgãos dos sentidos, suas atividades, e seus objetos, junto com a consciência desses objetos. Todas essas coisas, partes da natureza do homem, saem dele.

Nele os mares e as montanhas têm sua origem; dele jorram os rios, e dele nascem as ervas e outros elementos que sustentam a vida, com a ajuda dos quais o corpo sutil do homem subsiste no corpo físico.

Assim, Brahman é tudo em tudo. Ele é ação, conhecimento, bondade suprema. Conhecê-lo, oculto no lótus do coração, é desatar o nó da ignorância.

Dotado de luz própria é Brahman, sempre presente nos corações de todos. Ele é o refúgio de todos, é a meta suprema. Nele existe tudo o que se move e respira. Nele existe tudo o que é. Ele é ao mesmo

tempo aquilo que é grosseiro e tudo aquilo que é sutil. Ele é adorável. Ele está além do alcance dos sentidos. Ele é supremo. Atingi-o!

Ele, o dotado de luz própria, mais sutil do que o mais sutil, em quem existem todos os mundos e todos os que neles habitam esse é o imperecível Brahman. Ele é o princípio da vida. Ele é a palavra, e

ele é a mente. Ele é real. Ele é imortal. Atingi-o, Ó meu amigo, a única meta a ser atingida!

Juntai-vos ao Upanishad, o arco incomparável, a flecha afiada do culto devocional; então, com a mente absorta e o coração fundido no amor, arremessai a flecha e acertai o alvo - o imperecível Brahman.

OM é o arco, a flecha é o ser individual, e Brahman é o alvo. Mirai com o coração tranqüilo.

Perdei-vos dentro dele, do mesmo modo como a flecha se perde no alvo.

Nele estão reunidos o céu e a Terra, junto com a mente e todos os sentidos. Conhecei-o, apenas o Eu. Desiste de conversas fúteis. Ele é a ponte da imortalidade.

Dentro do lótus do coração ele habita, onde, como os raios de uma roda, os nervos se encontram.

Meditai nele como OM. Facilmente podereis atravessar o mar da escuridão.

Esse Eu, que tudo compreende, que tudo sabe, e cuja glória está manifesta no Universo, mora dentro do lótus do coração, o trono brilhante de Brahman.

Ele é conhecido pelos puros de coração. O Eu existe no homem, dentro do lótus do coração, e é o mestre da sua vida e do seu corpo. Com a mente iluminada pelo poder da meditação, os sábios o conhecem, o abençoado, o imortal.

O nó do coração, que é a ignorância, se afrouxa, todas as dúvidas se dissolvem, todos os efeitos malignos das ações são destruídos, quando ele, que é ao mesmo tempo pessoal e impessoal, é percebido.

No fulgurante lótus do coração habita Brahman, que não possui paixões e é indivisível. Ele é puro, ele é a luz das luzes. Ele é alcançado pelos conhecedores do Eu.

O Sol não o ilumina, nem a Lua, nem as estrelas, nem o relâmpago - nem, na verdade, fogos acesos sobre a Terra. Ele é a luz que dá luz a tudo. Quando ele brilha, tudo brilha.

Esse Brahman imortal está na frente, esse Brahman imortal está atrás, esse Brahman imortal se estende para a direita e para a esquerda, para cima e para baixo. Verdadeiramente, tudo é. Brahman e Brahman é supremo.

Mundaka upanishad

tradução do swami Prabhavananda

missão Ramakrishna

I-i-1: In the beginning this was but the absolute Self alone. There was nothing else whatsoever that winked. He thought, “Let Me create the worlds.”

I-i-2: He created these world, viz. ambhas, marici, mara, apah. That which is beyond heaven is ambhas. Heaven is its support. The sky is marici. The earth is mara. The worlds that are below are the apah.

I-i-3: He thought, “These then are the worlds. Let Me create the protectors of the worlds.” Having gathered up a (lump of the) human form from the water itself, He gave shape to it.

I-i-4: He deliberated with regard to Him (i.e. Virat of the human form). As He (i.e. Virat) was being deliberated on, His (i.e. Virat'’) mouth parted, just as an egg does.

From the mouth emerged speech; from speech came Fire.

The nostrils parted; from the nostrils came out the sense of smell; from the sense of smell came Vayu (Air).

The two eyes parted; from the eyes emerged the sense of sight; from the sense of sight came the Sun. The two ears parted; from the ears came the sense of hearing; from the sense of hearing came the Directions.

The skin emerged; from the skin came out hair (i.e. the sense of touch associated with hair); from the sense of touch came the Herbs and Trees. The heart took shape; from the heart issued the internal organ (mind); from the internal organ came the Moon.

The navel parted; from the navel came out the organ of ejection; from the organ of ejection issued Death. The seat of the procreative organ parted; from that came the procreative organ; from the procreative organ came out Water

I-ii-1: These deities, that had been created, fell into this vast ocean. He subjected Him (i.e. Virat) to hunger and thirst. They said to Him (i.e. to the Creator), “Provide an abode for us, staying where we can eat food.”

I-ii-2: For them He (i.e. God) brought a cow. They said, “This one is not certainly adequate for us.” For them He brought a horse. They said, “This one is not certainly adequate for us.”

I-ii-3: For them He brought a man. They said “This one is well formed; man indeed is a creation of God Himself”. To them He said, “Enter into your respective abodes”.

I-ii-4: Fire entered into the mouth taking the form of the organ of speech; Air entered into the nostrils assuming the form of the sense of smell; the Sun entered into the eyes as the sense of sight; the Directions entered into the ears by becoming the sense of hearing; the Herbs and Trees entered into the skin in the form of hair (i.e. the sense of touch); the Moon entered into the heart in the shape of the mind; Death entered into the navel in the form of Apana (i.e. the vital energy that presses down); Water entered into the limb of generation in the form of semen (i.e. the organ of procreation).

I-ii-5: To Him Hunger and Thirst said, “Provide for us (some abode).” To them He said, “I provide your livelihood among these very gods; I make you share in their portions.” Therefore when oblation is taken up for any deity whichsoever, Hunger and Thirst become verily sharers with that deity.

Aitareya Upanishad

Translated by Swami Gambhirananda

Published by Advaita Ashram, Kolkatta

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Please go easy on my ignorance, but seeing that 0,01 btc is about 650 dollars atm;

Is there not a large part of the population that could only dream to ever have this much as a ‘life saving’, because they only make a few buck a day?

How can they every do self custody?

I don’t want to believe (yet) that there is some flaw in Satoshi’s creation. Because, most new people joining will be forced to trust and use a third party.. Right?

Maybe it’s wishful thinking, but will the fees not drop to a reasonable place every time again after they peak, even if millions/billions finally join? And even when large entities attack btc? Or the recent runes spam thing..

I only know about utxo’s for about a year, doing dca with 20 or 30 bucks, going with the advice of sending them straight off the exchange. Costly experience that was. Yet, if i didn't follow the online hysteria of high fees ( and that they're only going to be higher) back then and waited a few weeks, my utxo management would have been a lot cheaper.

Will people not wizen up on how and when to transact with layer one.. ?

(Could be decades IDK, and so now maybe we need to be creative and hodl)

People with btc will eventually wise up, while using other layers more, keeping L1 for savings. Even now you can put a transaction out with ‘no priority’ if you plan ahead, if you don’t mind waiting a few day/weeks.

And when more miners join, competing happens?

Can or will there not be miners joining with access to cheap energy, who have incentive to make sure btc works for everyone on earth and not just the ones who can afford 1m sats?

This because they will also benefit in the ways of a more harmonious (fiat free) world. They could choose to accept lower fees (right?) and still become wealthy.

I really know little about mining, just that miners are most likely to choose the ones that wish to pay more tx fees, right?

I just don’t see that btc is meant to be working in a way, that if 21M BTC was evenly divided over the world population, giving everyone about 250K in sats, that fees in the future could be around 100k sats or 10K or even 1K once the fiat dust settles.

Please show me the light on this matter?

in the future each sats will have a bigger value , so anyone will be able to use it, even the more poor

4. Permeando as três cidades, os três corpos, iluminando por dentro e por fora, Ela, a Consciência interior, torna-se a Maha-Tripura-Sundari (a mais bela dos 3 mundos), estando associada ao espaço, ao tempo e aos objetos.

5. Somente ela é Atman. Diferente dela é a mentira, o não-eu. Conseqüentemente, Ela é a Consciência Brahman, livre (até mesmo) de um toque de ser e não-ser. Ela é a Ciência da Consciência, a Consciência Brahman não-dual, uma onda de " Ser-Consciência-Bem-aventurança". A Beleza das três grandes cidades, penetrando por fora e por dentro, é resplandecente, não-dual e auto-subsistente. O que é é puro Ser; o que brilha é a Consciência pura; o que é querido é a felicidade. Então aqui está o Maha-Tripura-Sundari que assume todas as formas. Você e eu e todo o mundo e todas as divindades e todos além somos o Maha-Tripura-Sundari. A única Verdade é aquilo chamado “o Belo”. É o Brahman não-dual, integral e supremo.

6. A forma quíntupla abandonada E efeitos como o espaço transcendido, Continua sendo o único, o grande ser, A Base suprema, a única Verdade.

7. É declarado que ‘Brahman é Consciência’ ou que ‘Eu sou Brahman’. No diálogo é dito: ‘Tu és Isso’; ou ‘Este Atman é Brahman’; ou 'Eu sou Brahman'; ou 'Só Brahman sou eu'.

8. Aquela que é contemplada como 'Aquilo que eu sou' ou 'Eu sou Ele' ou 'O que Ele é que eu sou', é o Sodasi, a Ciência de Sri, o de quinze sílabas (ciência), o sagrado Maha- Tripura-Sundari, a Virgem, a Mãe, Bagala, a Matangi, a auspiciosa que escolhe seu próprio Parceiro, a Senhora do mundo, Chamunda, Chanda, o Poder do Javali, Aquela que vela, a Matangi real, escura como um papagaio, claro e escuro, montado num cavalo; oposto a Angiras; faixa de fumaça; Poder de Savitur, Sarasvati, Gayatri, parte da bem-aventurança Brahmica.

9. As canções de louvor habitam a esfera mais elevada

Onde habitam todos os deuses; Com Ric, o que fará aquele que não sabe disso?

Aqueles que sabem disso bem, vivem bem; Esta é a ciência secreta.

OM! A fala está enraizada no meu pensamento (mente) e meu pensamento está enraizado na minha fala.

Seja manifesto, patente para mim; sejam vocês dois, para mim, os pilares do Veda.

Que a tradição védica não me abandone.

Com esta sabedoria dominada, uno o dia à noite.

Falarei o que é certo; Direi o que é verdade.

Deixe ELA me proteger; deixe ELA proteger o orador.

Deixe ELA me proteger.

Deixe ELA proteger o orador, proteja o orador!

Ah! Paz ! Paz ! Paz !

Aqui termina o Bahvrich upanishad, incluído no Rig-Veda.

Avyakta Upanishad << Home >> Bhasma-Jabala Upanishad

Aquilo que o ajuda a superar o medo do nascimento, do envelhecimento e da morte é chamado Tharakam (Tharayathi significa Cruzes).

Compreender a aparência do ser vivo e de Deus como entidades separadas é devido à ilusão e depois examinar e compreender as diferenças que existem no mundo pelo método de “isto Não”, “isto Não” e finalmente , o que resta é Adhvaya Brahman (que não tem duas formas). Para consegui-lo, temos que praticar três objetivos. 1

No meio do corpo existe o Sushumna Nadi que é tão brilhante quanto o sol e tão frio quanto a lua. Começa em Mooladhara e vai até Brahmarandra, que fica na parte superior central do crânio. É bem sabido que no meio dela existe Kundalani que é tão brilhante quanto milhões de sóis e tão fino quanto o fio de lótus. O homem que vê isso com os olhos da mente alcança a salvação ao se livrar de todos os pecados. 2

Aquele que vê luz constante na parte superior da testa, no meio da testa, alcançou o domínio do yoga. 3

Onde quer que esteja, se houver luz acima da cabeça de alguém, ele é um iogue. 4

OM! Esse (Brahman) é infinito, e este (universo) é infinito.

O infinito procede do infinito.

(Então) tomando a infinidade do infinito (universo),

Permanece apenas como o infinito (Brahman).

Ah! Que haja Paz em mim!

Que haja Paz em meu ambiente!

Que haja Paz nas forças que atuam sobre mim!

Advaya Taraka Upanishad

Traduzido por PR Ramachander

Publicado por EBYS

That which helps you cross from the fear of birth, aging and death is called Tharakam (Tharayathi means Crosses). Understanding the appearance of the living being and God as separate entities is due to illusion and then examining and understanding the differences which exist in the world by the method of, “It is not this”, “It is not this” and at last what remains at last is the Adhvaya Brahman (which does not have two forms). To get it we have to practice three aims. 1

In the middle of body there exists the Sushumna Nadi which is as bright as the sun and as cool as the moon. It starts from Mooladhara and goes up to Brahmarandra which is in the top middle of the skull. It is well known that in the middle of it there exists Kundalani which is as bright as crores of suns and as thin as the lotus thread. The man who sees that with his mind’s eye attains salvation by getting rid of all sins. 2

One who sees constant light in the top portion of his, in the middle of his forehead has attained mastery of yoga. 3

Wherever it is, if there is light above the head of a one, he is a yogi. 4

Om ! That (Brahman) is infinite, and this (universe) is infinite.

The infinite proceeds from the infinite.

(Then) taking the infinitude of the infinite (universe),

It remains as the infinite (Brahman) alone.

Om ! Let there be Peace in me !

Let there be Peace in my environment !

Let there be Peace in the forces that act on me !

Advaya Taraka Upanishad

Translated by P. R. Ramachander

Published by EBYS

7 – A grande verdade é esta : força é vida, fraqueza é morte. Força é felicidade, vida eterna, imortal; fraqueza é constante tensão e miséria, fraqueza é morte.

Swami vivekananda

FÉ E FORTALEZA

2 – Não se importem com os fracassos; eles são perfeitamente naturais, são a beleza da vida - esses

fracassos. O que seria a vida sem eles ? Não seria válida de ser vivida se não fossem pelas lutas. Onde

estaria a poesia da vida ? Nunca se importe com as lutas, com os erros. Nunca ouvi dizer que uma vaca

dissesse uma mentira, mas ... ela é apenas uma vaca, jamais um homem. Portanto, não dê importância a

esses fracassos, essas pequeninas recaídas. Agarre-se ao ideal mil vezes, e, se você falhar mil vezes, faça

nova tentativa uma vez mais.

Swami Vivekananda