O que eu gosto nos mini systems é a possibilidade de curtir som ambiente estéreo, já que as músicas são mixadas em dois canais por padrão. Gostava de colocar as caixas nos cantos do ambiente. E um mini system com um bom conversor dac e uma equalização mais flat é muito melhor que essas caixas bluetooth.

Eu já não curto o bluetooth com codec sbc ou acc por criar uma camada a mais de compressão no som. E sem poder ouvir direito a separação stereo, acho muita perda na experiência auditiva.

Nunca peguei virus ao baixar músicas no e-mule, kaaza, ares, torrents, etc. Só peguei baixando jogos.

Eu não era um audiófilo, mas gostava de ouvir música com qualidade. Tenho até hoje uma placa soundblaster audigy num PC aqui.

E quando eu gostava da banda, baixava os álbuns em formatos de alta qualidade, como musepack, monkey audio ou flac em alto bitrate, mesmo que demorasse semanas com uma conexão dial up de 56kbps.

Ah, se vc ligar a soundblaster do pc numas caixas boas, como as da Edifier 2.0, dá pra notar a diferença no som de um mp3 de 128kbps para estes formatos acima.

Se bem que eu tenho uns mp3 de 128kbps que são muito bons, pois depende também da origem. Usando o codec lame com uns parâmetros legais de corte de frequência dá pra criar mp3 de qualidade com 128kbps. Mas na época dos modem 56k, chovia mp3 "encodada" com presets lá em baixo, só pra economizar tamanho. Aí as frequências agudas ficam sem definição e as médias emboladas... Não fica bom.

Bacana saber que vc tb pegou a época de "garimpar" música na internet!

Hoje eu nem ouço mais música da forma que ouvia. Era um passatempo descobrir artistas e montar setups de pc e conjuntos de som.

Amado Batista kkkk Tenho uma tia que o ouvia direto e peguei raiva dele... Outro que eu não aguento é o Djavan.

Embora goste mais de mono, porque ouço mais por fones, eu entendo, pois, o estéreo bem tocado é legal. Já ouviu as músicas 8d em fones de ouvido? Muito massa, parece que dá voltas na cabeça. Mas tirando isso, eu seixo meu celular em mono porque algumas músicas estéreo me irritam.

Eu também não gosto de bluetooh, excepcionalmente habilitei uns dias para testar o Bitchat, depois parei. Não tem vantagem nenhuma, gasta mais bateria, reduz a qualidade do som, e te deixa mais vulnerável a invasões.

Eu cheguei a passar horas baixando no 4Shared, nos links do MediaFire, no extinto Megaupload, que se tornou Mega.nz. Antes também tinha mais tempo para isso. Felizmente a velocidade das conexões hoje são bem superiores e, com um tempo consideravelmente menor é possível conseguir muita coisa.

Sempre gostei dos menores formatos que não deixassem o som estranho. Eu convertia as músicas de 256 kbps em 128 kbps. Às vezes conseguia umas boas músicas em 96 kbps. Eu não usaria FLAC a menos que tivesse um aparelho bem superior aos que tenho, talvez, tanto pra tocar quanto para armazenar. O FLAC é mais de dez vezes maior que um 128 kbps.

Minha mãe gostava de Amado Batista. Ele é um dos caras mais prestigiados no nordeste. Se eu gostar de três músicas é muito: tem uma que minha mãe cantava pra minha irmã, aquela da "Princesa, a musa do meu pensamento..."

Djavan cantando pop é meio estranho na maioria das vezes (com exceções), mas suas origens de cantar voz e violão, eu gosto.

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Discussion

Agora entendo porque na caixa dos Beatles havia cds em mono. Nem imaginava que havia esta preferência e nem cheguei a abrir os álbuns em mono 😂 Gosto da separação de canais para backing vocals e alguns instrumentos.

Música 8d eu nunca ouvi. Acredito que isto seja uma simulação de som espacial/posicional usando dois canais estéreo, como os antigos sistemas de mixagem Qsound ou Aureal 3D.

Vc deve se lembrar disso:

https://www.youtube.com/watch?v=REN3XLt6BlE

Só conheço o sistema quadrofônico que usava 4 canais separados para tocar o som, embora eu nunca tenha nem chegado perto de um equipamento destes.

"Eu convertia as músicas de 256 kbps em 128 kbps." Até doeu ler isto ao pensar que demorava até uma semana para obter seeds e baixar álbuns inteiros em 256kbps. Já eu fazia o caminho inverso. Quando eu era quase totalmente leigo em codecs, queria levar vantagem hihihi... Baixava música em 64kbps e usava um programa para recodificar para 128 ou 256 e não entendia porque a música continuava ruim kkkk

Eu conheço essa música da "princesa, a musa do meu pensamento". Brega e pegajosa demais kkkk Tem a música da secretária também. Hoje até acho saudoso lembrar de tias que ouviam essas músicas. Criei memória afetiva.

Então, vendo por um lado, é bom que todos os áudios sejam em estéreo porque é possível usar reprodutores que tocam mono mesmo assim, do que um mono que depois é impossível tocar estéreo.

Eu já cheguei a converter músicas a bits irrisórios pensando em economizar espaço e, quando fui ouvir, era um horror. Talvez com IA seja possível melhorar a qualidade eu até tornar mono em estéreo.

Faz alguns meses que não ouço essa música do Amado, a última vez foi num carro na rua. Eu não tenho as músicas dele nos meus dispositivos. Também tenho muitos familiares que gostam. De brega e piegas só tenho Roberto Carlos, Fábio Jr, Tim Maia e Roupa Nova.

Ah, sobre música 8d. Dá a impressão que ela fica se mexendo dentro dá cabeça. No YouTube tem muita música assim.

Eu ouvi e achei estranho 😂A voz e instrumentos ficam rodando o redor dos ouvidos.

Como 8d se a saída dos fones é stereo 2 canais

Numa simulação de som dimensional o audio passa por processador digital de som que adiciona ecos, atrasos e mudanças sutis nas frequências dos sons emitidos por cada um dos canais. Tudo isto engana seus ouvidos e faz teu cérebro pensar que o som está vindo de várias direções, simulando um som espacial/posicional 3D. Não existe nada superior ao 3D. Acredito que 8D, 12D e 24D seja apenas marketing para dizer que a sensação de espacialidade do som é maior ou menor, dependendo da técnica, codec ou dsp utilizado.

https://www.youtube.com/watch?v=j5QMA2Q9bP4

Entendi o conceito e imagino que isso reduz a qualidade do áudio pra passar essa sensação de espacialidade. Alguém que entende aqui pra dizer?

Acredito que para gravações de estúdio o ideal é fazer uma mixagem limpa como mono ou estéreo. Não é necessário reduzir a qualidade do som para produzir o efeito espacial, porém é necessário mudar a mixagem de vozes e instrumentos, o que pode tornar a música estranha de se ouvir, dependendo da intensidade do efeito pretendido.

Pelo que sei, nos anos 1990 alguns álbuns como os da Madonna, Michael Jackson e até Pink Floyd usaram essas técnicas de som posicional/espacial, porém elas dependem de alto falantes e ouvinte posicionados em forma de triângulo equilátero, com os alto falantes na altura da cabeça, para que a simulação tenha um efeito convincente e agradável.

Então acabaram deixando de lado essas técnicas, pois o resultado não valia a pena na maioria dos cenários.

Nos games e filmes, acabaram criando sistemas reais com 5.1 e 7.1 canais de som verdadeiros.

No fim o que importa é a qualidade do equipamento mesmo. Pode ter mídia em wav que a JBL falsificada de praia não vai reproduzir com fidelidade.