Não existe apenas um método para fazer a auto-custódia, uns são mais exigentes do que outros. A Bitkey, por exemplo já facilita um pouco o processo.

Se não criarmos métodos mais simples, mais userfriendly, a maioria das pessoas nunca sairá das exchanges.

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Enquanto for necessário escrever e salvar seeds, a auto custódia será algo raro. Eu gosto muito dessa frase:

Try to idiot proof your coins as much as possible cause we all idiots.

Vou deixar isso para os especialistas. Concordo que é preciso ser mais amigável, porém além do horizonte da máxima de que a pessoa tem que ter sua chave pra validar as transações.

Pensando aqui sobre isso que você disse me surgiu um outro problema e que eu ouço muito de quem eu apresento o bitcoin: “se eu perder a senha como eu recupero?” “Não recupera”, as pessoas não conseguem entender o conceito e se apegam a esse tipo de segurança que os bancos dão.

Não culpo elas, o sistema tá aí pra facilitar as pessoas a usarem Fiat.

Espero que gente mais capacitada que eu interaja com seu post pra pensar soluções legais.

O lema da https://bitkey.world/ é justamente: easy to use hard to loose.

Vc não precisa anotar seeds e mesmo assim mantém a autocustódia dos Bitcoins. É muito fácil configurar e usar.

Como funciona:

É exatamente esse o ponto critico que eu tava a falar, as pessoas tem medo. Tem que ser criadas tecnologia que sejam mais userfrendly. No caso da Bitkey, utiliza um sistema de partilha de custódia, em multisig, onde o utilizador tem 2 chaves e a Bitkey tem 1. No caso do utilizador perder uma chave é possível recuperar os fundos. Só no caso da perda das duas chaves, não será possível recuperar.

E vc pode colocar um contato como backup (esse contato não pode gastar os fundos), logo, mesmo se você perder o celular, e sua hardware wallet ao mesmo tempo, mesmo assim você tem como recuperar os fundos com a ajuda desse contato.