Papa Francisco morreu, mas por que tinha tanta gente que gostava dele, e outras que odiavam?

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Pq era um papa resultante do grupelho do concilio vaticano 2°, da nova teologia, td o q vem prejudicando ultimamente a igreja católica.

Não há ruptura, se houve ruptura, a Igreja é falha, se é falha, as palavras de Cristo - "non prævalebunt!" - são uma mentira, e consequentemente, nossa fé é uma farsa.

Falar de Fé é muito difícil, principalmente para o leigo em geral que não tem bons argumentos, e tb pq depende de experiências pessoais ao longo da vida que nem todos tem, além da parte inata em cada um.

O que eu falei não é difícil de se entender para um leigo, mesmo que seja analfabeto.

Leigo no contexto original, religiosos, de não ter estudado teologia e não ser ordenado.

Eu falei neste sentido mesmo.

Quem odeia acha que o Papa Francisco, na opinião mais branda, um esquerdista que estava trazendo pautas esquerdistas à Igreja, como homossexualidade e aborto. Já na opinião mais extrema, o papa é um agente infiltrado para difundir o comunismo no mundo. Realmente, o Papa Francisco tinha afinidade com líderes de esquerda, porém suas encíclicas, homilias e discursos, embora muitas vezes maquiados pela grande mídia e pelos tradicionalistas, eram todos enraizados na fé cristã, mostrando que, muito provavelmente, o papa era um completo desinformado da situação do mundo e que não abandonou a informação centralizada.

Te recomendo ler o Livro do Fester Bestersterster - Respostas cretinas para perguntas idiotas ...

E, Jessika... foda-se !

Os que mais o amava concordavam com as posições que ele defendia e os que mais odiavam eram contra as posições dele e da igreja católica.

Mas dentre os católicos mais dentro dos valores da igreja, mesmo que discordassem dele, ainda tinham que entender ele como representante dela, então muitas vezes não colocam discordâncias, reclamações ou desejos negativos, mesmo entendendo o que ele fazia como fora das leis da igreja.

Por outro lado também tinham os católicos sedevacantistas, mas eram uma ínfima minoria, que entendia que o Papa não era realmente membro da igreja, mas infiltrado.

Já teve papa muito pior, papa yag, papa q entregou geral e arregou para o liberalismo e aceitaram o tratado de latrao. Hj parece q os católogos "compartimentalizaram" as atitudes dos papas quando ele faz merda, dizem que não foi "ex cathedra". Tipo pode falar merda mas nao foi como papa mas como chefe do estado do vaticano.

A grande merda, que eu acho que o Evandro Pontes encontrou bem o fio da meada, foi forçarem a igreja a ser tb Estado. Forçaram a igreja a aceitar o que Cristo não havia rejeitado: ser Rei aqui na terra.

Eu não entendo muito do assunto, mas tendo a concordar com você. Eu não sou católico.

No meu comentario anterior, apenas respondi a pergunta mais diretamente sobre o que ela perguntou.

A série vaticanismo é muito interessante!

As palavras do papa são só infalíveis quando fala de assuntos e fé e moral, fala enquanto Papa e deve ter a intenção de proclamar uma doutrina. Isso, de certa forma, nem precisaria ser explicado, já que não teria sentido alguém levar como dogma uma fala dita sem intenção de ser dogmática (como ser coagido ou dar uma opinião), dita enquanto pessoa, e não como líder (como uma conversa casual), ou sobre assuntos que não sejam sobre fé e moral (como falar de futebol), porém, infelizmente, acaba sendo necessário ser dito devido a natureza humana. Dito isso, eu não estou dizendo que a maioria de suas falas não foram Ex Cathedra, elas estão em conformidade com a fé.

Não sei, também não estou inteirado, por não ser católico.

Sei que ele era rockeiro e gravou um álbum de rock progressivo, ele era bem descolado.

Que descanse em paz.

Agora eu gosto ainda mais do Papa Francisco.

Vc colocou um ponto bem importante. A mídia sempre pintou o Papa como sendo progressista e humano, porém, nas manifestações oficiais da Igreja ele sempre foi protocolar e seguia a doutrina de sempre.

Lembro que na época da Encíclica Laudato Si a mídia dizia: "agora a Igreja reconhece a causa ambiental como um valor inegociável."

Na época eu li a Encíclica e não há nada disso. Não havia culto a Gaia, Mãe Terra ou Pachamama, como os críticos mais exaltados apontavam.

Apenas diz que o jardim é nosso, que devemos cuidar bem dele e que ele está aí para servir a humanidade. A criação deve trabalhar para o homem, não o inverso.