O D. Pedro II deve ter vivido uma vida assim. Um homem de grande erudição, mas que vivia numa corte pobre e isolada no sul da América do Sul.

Por isso ele fazia grandes viagens para a Europa para encontrar os gênios de sua época.

Ele sabia que o Império chegaria ao fim quando envelhecesse. Devia ser angustiante apenas esperar o fim.

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Todo mundo o elogia como um grande estadista, e em vários pontos era sim. Minha avaliação é um pouco diferente, ele passou todo o reinado, assim como o pai, dando brecha e poder para os inimigos da igreja e da monarquia. Pagou, ou melhor, pagamos o preço com a república medíocre e corrupta.

Se fosse mais dedicado as questões do poder, entregasse a coroa a virgem seguindo a tradição de Portugal, ao invés de perseguir a igreja e dar poder p maçom, talvez fossemos outra nação. As repúblicas ao redor tremeriam e provavelmente estariam hoje falando português.

Não existe vácuo de poder, e se os virtuosos abdicam de exerce-lo, os mais e corruptos o tomam.

Com muito custo o D. Pedro II manteve a unidade do império. Uma guerra externa e diversas revoltas internas que mostraram a fragilidade do seu reinado.

Pedro ll não herdou do pai o espírito combativo. Era um intelectual muito democrata e limpinho para uma época que exigia o vigor que seu pai tinha.

Nesse período quem detinha o poder político de fato eram os maçons e os membros da bucha.

Sim, mas o poder se mantém ou se toma, e em última instância, na época o maior poder de fato no Brasil era o da coroa, apesar do que falam os historiadores do "não podia fazer nada" e seus descendentes "low testo" maçons.

Dom Pedro II preferia ficar brincando com pedras e viajando do que tratar de questões de Estado.

Muito inteligente, mas estava longe de ser um sábio ou previdente, deve ter seido um rei que não desenvolveu sua vocação, provavelmente pela influência liberal maçônica, e devia sofrer muito por isso.

Tinha uma necessidade estranha de ser adorado pela população pela sua simplicidade e simpatia. Lembra alguém ?

Quem deu abertura para os maçons e os "adevogados" de São Paulo foi quem? Quem liberou cargos a rodo para o inimigo enquanto desobedecia o Papa da época, prendia bispos e trabalhava ativamente para reduzir o número de sacerdotes?

As vezes a gente tenta entender a situação como se o rei não tivesse escolha, mas ele tinha sim opções, e escolheu mal. Quem não destrói o inimigo é destruído por ele.

Foi fraco, não teve punho firme e atacou quem não deveria. Foi avisado pelo próprio Leão XIII e não deu ouvidos. Flertou com a maçonaria e perseguiu a religião que fundou o seu próprio império.

Sinceramente, falam que D. Pedro II foi o maior do brasileiros. Pra mim, tá mais pra um covarde. Intelectual? Sim, claro, mas covarde.

O almirante Joaquim Marques Lisboa ofereceu ajuda e ele recusou. Com a ajuda da marinha, o golpe seria facilmente impedido.

Eu acho engraçado o paralelo q ele tem com Bolsonaro. Os intelectuais e historiadores que admiram um, geralmente também admiram o outro.

Esses historiadores didireita reclamam dos diesquerda, mas também se deixam mover pelas opiniões.

Nunca pensei nesta ponte, mas faz sim bastante sentido. Tirando o fato óbvio que um era culto enquanto o outro é boçal e as circunstâncias de cada época, ambos trataram o poder com descaso. E, quando o governante não usa o poder que detém contra seus inimigos, seus inimigos o usam contra o governante em exercício.

Sofria de depressão, minha dúvida é se a depressão gerou a apatia que se traduziu em covardia, ou se foi o contrário.

Com certeza o Bonifácio e outros maçons o distrairam e "torraram" a mente dele com bobagens e coisas menos importantes desde a infância.