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pollyanna
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I don't know if this was confusing, but the risk I run when I am radically myself with others is that of transforming myself. And it hurts when I am too attached to an image of myself.

hahaha great question. only if I give too much importance to myself

maybe someone with whom you can be radically yourself.

I sent you on our private chat :)

depois de perceber que eu me esforçava pra esconder de mim mesma alguns sentimentos, sensações e pensamentos, eu comecei a me abrir pra revelar todos esses esforços. fui fazendo práticas para me deixar ouvir. dessas práticas surgiram as cartas para abrir, que são um convite para abrir mão do esforço para buscar algo quando essa busca surge por uma fuga.

se quiser experimentar, pode pensar numa questão, escolher uma delas e me falar, que te envio o texto por mensagem. :)

https://video.nostr.build/16593e59c38213b8d42402057ba20406738de351e1b5c1f164cb1a4c3bb7985b.mp4 https://video.nostr.build/70e4bd2c31b745d86a8e042cd218329d4d43f3cb71726f261da2ca9e38f43f5f.mp4

está tudo escrito em português, mas eu traduzo :)

eu já pensei muito! quando minha filha nasceu e se apaixonou pelos livros eu fiquei com muita vontade de escrever para crianças.

até esse texto e outros eu escrevi para crianças, mas meu marido sempre disse que todos os meus textos são para adultos. eu enviei alguns para uma editora de livros infantis e ela aceitou um, para publicar para o público adulto e juvenil, com a aparência de livro infantil. 🤷🏽‍♀️

eu não enviei esses contos. depois vou tentar reler e revisar e talvez publicar de forma independente, quem sabe. obrigada pelo incentivo! 🌻

poxa, muito obrigada! eu confesso que tive medo de escrever pra você com meu português brasileiro cheio de vícios haha

a minha escrita sempre começa com um processo meditativo de reconhecimento dos meus pensamentos no momento da escrita, mas como eu sou interrompida o tempo todo

para mim as emoções têm sido o ponto de partida para viver a verdade. eu sinto algo, observo e deixo passar e vejo que isso me ajuda a amadurecer meus pensamentos, que muitas vezes estão condicionados.

eu fico consciente das emoções sem dar significados demais pra elas, sem colocar a razão na frente. eu confio que a razão me sustenta, então eu posso sentir tudo sem ter medo de me perder, sem precisar colocar a razão no lugar das emoções. daí surgem percepções novas, igual surgiu agora falando com você.

ah, entendi.

mas as nossas emoções fazem parte da realidade. e mesmo que surjam por uma confusão e sejam passageiras, observar e senti-las, sem encararmos como algo fixo e absoluto, é o que vai nos permitir viver a realidade.

sentir as emoções sem reagir a elas, com consciência delas, nos faz olhar para a verdade incluindo a nossa humanidade, que faz também parte da verdade.

assim tomamos decisões com muito mais clareza e amadurecidos depois de termos vivido as emoções de que precisávamos.

Não tenho compromisso com o passado ou nenhuma teoria. O meu compromisso total é com o instante.

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organizando os escritos de cadernos antigos ou o instante pode ser um encontro com o passado, mas sempre ancorado no presente.