hahahahah, se eles realmente acreditassem em Deus nao seria o governo americano outra máfia estatal
carro elétrico não é uma alternativa, não existe possibilidade de todos os carros do mundo puderem ser carregados, não há fonte de energia suficiente, terão de usar eletricidade gerada por carvão, petróleo e outras fontes para gerar energia elétrica em usinas afins,
ou seja não muda nada, continua-se a usar combustíveis fosseis da mesma forma, isso é uma falácia, a não ser que eu perdi alguma informação.
O bem é uma coisa; o prazer é outra. Esses dois, diferindo em seus propósitos, incitam à ação.
Abençoados são aqueles que escolhem o bem; aqueles que escolhem o prazer não atingem o objetivo.
Tanto o bem como o prazer se apresentam ao homem. Os sábios, após examinarem ambos, distinguem um do outro. Os sábios preferem o bem ao prazer; os tolos, levados por desejos carnais, preferem o prazer ao bem.
Vós, Ó Nachiketa, após haverdes observado os desejos carnais, agradáveis aos sentidos, renunciastes a todos eles. Vós vos desviastes do caminho lamacento no qual muitos homens se atolam.
Distantes um do outro, e levando a diferentes desígnios, encontram-se a ignorância e o conhecimento.
Eu vos considero, Ó Nachiketa, como alguém que anseia pelo conhecimento, pois uma infinidade de objetos agradáveis foram incapazes de tentar-vos.
Vivendo no abismo da ignorância, embora julgando-se sábios, tolos iludidos dão voltas e voltas, cegos levados por cegos.
Ao jovem irrefletido, enganado pela vaidade das posses terrenas, não é mostrado o caminho que leva à morada eterna.
"Somente este mundo é real: não existe depois!", pensando assim, ele cai uma e outra vez, nascimento após nascimento, dentro das minhas mandíbulas (quem fala é Yama o deus da morte).
A muitos não é concedido ouvir sobre o Eu. Muitos, embora ouçam a respeito dele, não o compreendem. Maravilhoso é aquele que fala a respeito do Eu. Inteligente é aquele que aprende a respeito
do Eu. Abençoado é aquele que, tendo aprendido com um bom mestre, é capaz de compreendê-lo.
A verdade do Eu não pode ser completamente compreendida quando ensinada por um homem ignorante, pois as opiniões a respeito dele, não fundamentadas no conhecimento, variam de um para outro.
Mais sutil do que o mais sutil é esse Eu, e além de toda lógica. Ensinado por um mestre que saiba que o Eu e Brahman são um só, um homem deixa para trás a vã teoria e atinge a verdade.
O despertar que conhecestes não vem do intelecto, e sim, totalmente, dos lábios dos sábios. Bem amado Nachiketa, bendito, abençoado sois vós, porque procurais o Eterno. Quisera eu ter mais
discípulos como vós!
Bem sei que os tesouros terrestres duram pouco. Pois não fiz eu mesmo, desejando ser o Deus da Morte, o sacrifício com o fogo? O sacrifício, porém, foi uma coisa efêmera, realizada com objetos fugazes, e pequena é minha recompensa, considerando que meu reino só durará por um momento.
A finalidade do desejo mundano, os objetos fulgurantes que todos os homens almejam, os prazeres celestiais que esperam obter através de rituais religiosos tudo isso esteve ao vosso alcance. Porém, a
tudo isso renunciastes, com firme resolução.
O antigo, fulgurante ser, o Espírito que habita interiormente, sutil, profundamente oculto no lótus do coração, é difícil de ser conhecido. Porém, o homem sábio, que segue o caminho da meditação,
conhece-o, e se torna liberto tanto do prazer como da dor.
O homem que aprendeu que o Eu está separado do corpo, dos sentidos e da mente, e que o conheceu por completo, a alma da verdade, o princípio sutil - tal homem verdadeiramente o alcança, e se torna extremamente satisfeito, pois encontrou a fonte e o local onde habita toda a felicidade.
Verdadeiramente acredito, Ó Nachiketa, que as portas da felicidade estão abertas para vós.
Nachiketa:
Ensinai-me, Ó Rei, eu vos suplico, o que sabeis estar além do certo e do errado, além da causa e do efeito, além do passado, do presente e do futuro.
O Rei da Morte:
Do objetivo que todos os Vedas proclamam, o qual está implícito em todas as penitências, e em busca do qual homens levam vidas de continência e de serviço, dele falarei sucintamente. Ele é - OM.
Esta sílaba é Brahman. Esta sílaba é de fato suprema. Aquele que a conhece realiza o seu desejo.
Ela é o apoio mais forte. É o símbolo mais elevado. Aquele que a conhece é reverenciado como um conhecedor de Brahman.
O Eu, cujo símbolo é OM, é Deus onisciente. Ele não nasce. Ele não morre. Ele não é nem causa nem efeito. Esse Ser Antigo não nasceu, é eterno, imperecível; embora o corpo seja destruído, ele não é
aniquilado.
Se o assassino pensa que ele mata, se o assassinado crê que ele é morto, nenhum dos dois conhece a verdade.
O Eu não mata nem é morto.
Menor do que o menor, maior do que o maior, esse Eu habita para sempre dentro dos corações de todos. Quando um homem está livre de desejos, com sua mente e seus sentidos purificados, ele contempla a glória do Eu e está sem sofrimento.
Apesar de sentado, ele viaja para longe; embora descansando, ele move todas as coisas. Quem, a não ser o mais puro dos puros, pode perceber esse Ser Fulgurante, que é a felicidade e que está além da
felicidade?
Ele não possui forma, embora habite a forma. No meio do transitório, ele permanece perene. O Eu é supremo e tudo permeia.
O homem sábio, conhecendo-o em sua verdadeira natureza, transcende toda dor.
O Eu não é conhecido através do estudo das escrituras, nem através da sutileza do intelecto, nem através de muito aprendizado. Mas é conhecido por aquele que anseia por ele.
O Eu revela verdadeiramente a ele o seu genuíno ser.
Om...Que Brahman nos proteja,
Que ele nos guie,Que nos dê força e entendimento correto.
Que o amor e a harmonia estejam com todos nós.
OM... Paz - paz - paz.
Katha Upanishad
Os Upanishads
Tradução de Swami Prabhavananda
#katha upanishad 1
os Upanishads são as escrituras mais antigas da terra, são as porções filosóficas dos vedas, São chamados de Vedanta junto como Bhagavad Gita e o Brahma Sutras, estima-se sua idade em mais de 7 mil anos no passado da humanidade.

Mau Karma e consequências:
4 – Ó Partha, os atributos seguintes: ostentação, arrogância, vaidade, ira, vulgaridade e ignorância, pertencem ao homem de temperamento demoníaco.5 – Os atributos divinos conduzem ao homem à liberação e osdemoníacos à escravidão. Não te lamentes, ó Pandava, tu nasceste com natureza divina.
6 – Existem dois tipos de seres neste mundo: os divinos e os assuras(demoníacos). Os divinos já foram descritos amplamente.
Agora Me ouça, ó Partha, sobre os asuras.
7 – Os homens asurícos não sabem o que devem fazer nem o que nãodevem fazer; neles não se encontra nem a pureza, nem a boa conduta, nem a verdade.
8 – Eles opinam que neste universo não há verdade, nem moralidade,nem Deus; o mundo, segundo eles, é o produto da união carnal.
9 – Sustentando este conceito, estas pessoas ruins, de pouca inteligência e de ações ferozes, vivem como inimigas do mundo, só para a destruição.
10 - Cheias de desejos insaciáveis, de hipocrisia e arrogância, comoignorantes, estas pessoas de idéias daninhas, trabalham por objetivos impuros.
11-12 – Impelidos por profundas preocupações que só terminam com a morte, considerando ao gozo sexual como o máximo e convencidos de que este é tudo, atados por centenas de correntes de esperança, dedicados à luxuria e presa fácil da ira, estes seres se esforçam por lograr grandes fortunas por meios ilícitos, só para o gozo sensório.
13 – “Isto eu ganhei hoje; agora eu irei conseguir este objeto de meu desejo; esta fortuna é minha e aquela será minha também.”
14 – “Matei a este inimigo, matarei a outros também; sou o senhor;desfruto, tenho êxito, poder e felicidade.”
15-16 – “Sou rico e bem nascido. Quem pode se igualar a mim?
Farei cultos e caridade; regozijarei-me.”
Assim alucinadas pela ignorância, aturdidas por fantasias, cobertas por uma rede de ilusões, adictas do prazer sexual, estas pessoas caem no impuro inferno.
17 – Envaidecidos, arrogantes, vaidosos, embriagados de riqueza, estes seres fazem os cultos só por aparência, por pura ostentação e não fazem caso dos mandamentos.
18 – Possuídos pelo egotismo, poderio, insolência, concupiscência ecólera, estes seres malignos Me odeiam em suas pessoas e nas outras.
19 – Lanço perpetuamente a eles, os malvados, cruéis e degradados, aos ventres assúricos, para que nasçam nestes mundos.
20 – Ó Kounteya, essas pessoas alucinadas vão para as matrizes demoníacas durante muitas vidas e continuam a cair em corpos cada vez mais inferiores.
21 – Tríplice é a porta deste inferno destruidor, esta é feita de luxúria, ira e cobiça, por isso devem ser abandonadas.
22 – Ó Kounteya, aquele que foi além destas portas escuras e pratica o que é bom para si mesmo, alcança a Meta Suprema.
23 – Aquele que desobedece aos mandamentos dos textos sagrados e atua pelo impulso dos desejos, não logra a perfeição, nem a felicidade, nem a Meta Suprema.
24 – Assim que, certifique-se pelos textos sagrados sobre os deveres e proibições. Conhecendo bem seu significado, atue neste mundo conforme os mandamentos.
Sri Krishna,
Bhagavad Gita,
Capítulo XVI -
OS ATRIBUTOS DIVINOS E DEMONÍACOS

395. Pergunta: Como pode ser vencido o apego ao corpo?
Resposta: O corpo humano está cheio de matéria perecível. É um conjunto de carne, ossos, medula, sangue e outras substâncias impuras, que estão sujeitas à putrefação. Praticando constantemente esta análise do corpo, o apego por ele se desvanece.
396. Já não interessa a gaiola, quando o pássaro escapou. Do mesmo modo, quando o pássaro da vida voa longe, ninguém se preocupa com seu cadáver.
397. Se o corpo é transitório e não tem valor, por que os homens religiosos e os devotam cuidam dele? Ninguém se preocupa com uma caixa vazia, mas todos guardam zelosamente um cofre cheio de pedras preciosas.
O homem espiritual não pode evitar o cuidado do corpo porque Deus mora nele. Todos os nossos corpos guardam tesouros da Divindade.
425. Como uma pessoa que se encontra na borda de um profundo poço fica alerta para não cair nele, assim o que vive no mundo deve estar sempre em guarda contra suas tentações. Aquele que caiu uma vez no poço do mundo, tão cheio de tentações, é muito difícil sair ileso e sem mancha.
426. Uma vez, perguntaram a Ele como os inimigos do homem podem ser totalmente vencidos, como a luxúria, a ira, etc., e o Mestre respondeu: “Essas paixões se portam como inimigos, quando são dirigidas para o mundo e seus objetos.
Mas se forem dirigidas para Deus, se convertem nas melhores amigas do homem, pois elas mesmas o conduzem a Deus. O ardente desejo pelas coisas do mundo deve ser transformado em desejo de ver Deus.
O incômodo que o homem sente contra seus semelhantes deve ser dirigido a Deus, porque Ele não se revelou ainda. De igual modo se deve proceder com as demais paixões. Elas não podem ser enraizadas, mas sim educadas”.
431. Pergunta:
Como podemos vencer a animalidade que vive em nós?
Resposta:
Quando a fruta cresce, as pétalas da flor caem por si só. De igual modo, quando cresce em você a Divindade, todas as fragilidades de sua natureza humana desaparecem por si só.
432. Se por um intenso desapego (vairagya) o homem realiza Deus, as desordenadas tentações da luxúria se desvanecem e ficam livres da atração, mesmo vivendo com sua esposa.
Se os ímãs se encontram a uma mesma distância de um pedaço de ferro, qual dos dois atrairá com maior força?
Certamente o ímã maior.
Na verdade, o ímã maior é Deus. Que pode contra Ele o ímã menor, que é a mulher ou o homem?
Sri Ramakrishna Paramahansa
Ensinamentos de Ramakrishna

Arjuna pede para ver a forma cósmica de Krishna:
4. Se julgas que sou capaz de vê-la, faz-me ver a Tua própria Face e Forma, o Teu Eterno Eu, ó Adorado!"
5. A Divindade responde:
"Vê, pois, ó filho da Terra, e contempla-me, que sou Um só, em milhares e milhões de diferentes e variadíssimas formas.
6. Imerge o teu olhar no reino dos deuses, anjos e arcanjos, espíritos planetários, diretores dos mundos e muitos outros seres misteriosos, com que não sonha nem a mais indômita especulação e fantasia.
7. Vê e observa o Universo inteiro, com todos os seres animados ou inanimados, resumido no meu corpo. Nele encontras tudo o que desejas ver.
8. Mas não é com os teus olhos materiais que Me podes ver. Para isto, abro-te a tua visão espiritual. Olha, pois, e vê agora a minha gloriosa Natureza Mística!"
9. Sanjaya fala:
"Tendo o Senhor dos Mundos assim dito, deu-se a conhecer ao Filho da Terra em seu supremo aspecto de Senhor Absoluto, cujo domínio abrange o universo inteiro
10. Neste aspecto, viu-se como Muitos em Um só: com inúmeras faces e olhos e bocas, inúmeras aparências, consciências e formas, com todo o esplendor de adornos celestes, com todas as forcas de poder divino, divinamente vestido e coroado, exalando agradabilíssimos perfumes.
11. Luminoso, radiante, maravilhoso, cheio de graça, e onividente era o seu Semblante.
12. Se mil sóis, ao mesmo tempo, brilhassem no firmamento, a luz deles haveria de empalidecer na presença da Glória que aquele Semblante irradiava em todas as direções.
13. Arjuna viu, então, todo o Universo, variadíssimo em suas múltiplas aparências, formando uma Unidade no Corpo do Ser Absoluto, e manifestando-se como muitíssimas partes nos corpos dos deuses.
14. Arrebatado e pasmado, e com os cabelos arrepiados, mirou e admirou essa Visão Maravilhosa; e, inclinando a cabeça com reverência e devoção, juntou as mãos e dirigiu-se ao Altíssimo, dizendo:
15. (Arjuna):
"No corpo Teu, ó Deus! eu vejo todos Os deuses, as hierarquias de todos os seres!
Noto o Brahma, sentado em flor de lotus, E a seu redor os Santos com os Sábios.
16. Inúmeros Teus braços são, os olhos; Inúmeros Tens peitos, Tuas bocas. Eu vejo que no Teu Ser infinito Não há princípio, ou meio, ou fim algum.
Bhagavad Gita
CAPÍTULO XI
Visão da forma divina universal
Vishva-rupa-dârshanam-Yoga

Não é nossa função corrigir os erros de outras religiões.
Aquele que criou o mundo corrigirá esses erros no tempo devido. Nosso negócio consiste apenas de uma forma ou de outra em realizá-Lo em nós mesmos.
Deus pode ser alcançado de muitas maneiras.
Cada uma das religiões sectárias indica o caminho que leva ao Divino.
Todas as religiões são caminhos, mas os caminhos não são o próprio Deus.
Eu vi todas as seitas e caminhos. E eu não preciso mais deles. Pessoas pertencentes a essas seitas brigam demais entre si!
Depois de experimentar todas as religiões, aprendi que Deus é tudo e eu sou a parte dele, que ele é o Senhor e eu sou seu servo; e novamente percebi que Ele sou eu e eu sou ele.
Sri Ramakrishna

I-1. Wished by whom is the mind directed to fall (on its objects)? Directed by whom does the foremost vital air move? By whom is wished this speech which the people utter? Who is the radiant being that unites the eye and the ear (with their objects)?
I-2. Because He is the ear of the ear, the mind of the mind, the speech of speech, the vital air of the vital air, and the eye of the eye, the wise, freeing themselves (from the identity with the senses) and renouncing the world, become immortal.
I-3. The eye does not reach there, nor speech, nor mind, nor do we know (Its mature). Therefore we don’t know how to impart instruction (about It). Distinct indeed is That from the known and distinct from the unknown. Thus have we heard from the ancients who expounded It to us.
I-4. That which is not uttered by speech, that by which the word is expressed, know That alone to be Brahman, and not this (non-Brahman) which is being worshipped.
I-5. That which one does not think with the mind, that by which, they say, the mind is thought, know That alone to be Brahman, and not this (non-Brahman) which is being worshipped.
I-6. That which man does not see with the eye, that by which man sees the activities of the eye, know That alone to be Brahman, and not this (non-Brahman) which is being worshipped.
I-7. That which man does not hear with the ear, that by which man hears the ear’s hearing, know That alone to be Brahman, and not this (non-Brahman) which is being worshipped.
I-8. That which man does not smell with the organ of smell, that by which the organ of smell is attracted towards its objects, know That alone to be Brahman, and not this (non-Brahman) which is being worshipped.
II-1. If you think, ‘I know Brahman rightly’, you have known but little of Brahman’s (true) nature. What you know of His form and what form you know among the gods (too is but little). Therefore Brahman is still to be inquired into by you. I think Brahman is known to me.
II-2. I think not I know Brahman rightly, nor do I think It is unknown. I know (and I do not know also). He among us who knows that knows It (Brahman); not that It is not known nor that It is known.
II-3. It is known to him to whom It is unknown; he to whom It is known does not know It. It is unknown to those who know, and known to those who know not.
II-4. When Brahman is known as the inner Self (of cognition) in every state of consciousness, It is known in reality, because one thus attains immortality. Through one’s own Self is attained strength and through knowledge is attained immortality.
IV-7. (Disciple:) “Revered sir, speak Upanishad to me.” (Teacher:) “I have spoken Upanishad to thee. Of Brahman verily is the Upanishad that I have spoken.”
IV-8. Of this knowledge austerity, self-restraint and action are the feet, the Vedas are all limbs and truth is the abode.
IV-9. He who knows this thus, with his sins destroyed, becomes firmly seated in the infinite, blissful and supreme Brahman. He becomes firmly seated (in Brahman).
Om ! May my limbs, speech, vital air, eyes, ears, strength,
And all the senses be fully developed.
All that is revealed by the Upanishads is Brahman.
May I never deny Brahman:
May Brahman never disown me.
Let there be no repudiation (from Brahman);
Let there be no infidelity from my side.
May all the Dharmas extolled by the Upanishads shine in me
Who am intent on knowing the Self.
May they shine in me !
Om ! Peace ! Peace ! Peace !
Here ends the Kenopanishad, as contained in the Sama-Veda.
Kena Upanishad
Translated by Vidyavachaspati V. Panoli

I-1. Desejada por quem a mente é direcionada a cair (sobre seus objetos)? Dirigido por quem se move a força vital?
Por quem é desejado este discurso que o povo pronuncia?
Quem é o ser radiante que une o olho e o ouvido com seus objetos?
I-2. Porque Ele é o ouvido do ouvido, a mente da mente, a fala da fala, o ar vital do ar vital, e o olho do olho, o sábio, libertando-se da identidade com os sentidos e renunciando o mundo, torna-se imortal.
I-3. O olho não chega lá, nem a fala, nem a mente, nem sabemos (está maduro). Portanto, não sabemos como transmitir instruções (sobre Isso). Na verdade, distinto é Aquilo do conhecido e distinto do desconhecido. Assim ouvimos dos antigos que O expuseram para nós.
I-4. Aquilo que não é pronunciado pela fala, aquilo pelo qual a palavra é expressa, saiba que somente isso é Brahman, e não este (não-Brahman) que está sendo adorado.
I-5. Aquilo que não se pensa com a mente, aquilo pelo qual, dizem eles, a mente é pensada, saiba que somente isso é Brahman, e não este (não-Brahman) que está sendo adorado.
I-6. Aquilo que o homem não vê com os olhos, aquilo pelo qual o homem vê as atividades dos olhos, saiba que somente isso é Brahman, e não este (não-Brahman) que está sendo adorado.
I-7. Aquilo que o homem não ouve com o ouvido, aquilo pelo qual o homem ouve a audição do ouvido, saiba que somente isso é Brahman, e não este (não-Brahman) que está sendo adorado.
I-8. Aquilo que o homem não cheira com o órgão do olfato, aquilo pelo qual o órgão do olfato é atraído para seus objetos, saiba que somente isso é Brahman, e não este (não-Brahman) que está sendo adorado.
II-1. Se você pensa: ‘Eu conheço Brahman corretamente’, você conhece muito pouco da (verdadeira) natureza de Brahman. O que você sabe sobre Sua forma e que forma você conhece entre os deuses (também é pouco). Portanto, Brahman ainda deve ser investigado por você. Acho que Brahman é conhecido por mim.
II-2. Acho que não conheço Brahman corretamente, nem acho que seja desconhecido. Eu sei (e também não sei). Aquele entre nós que sabe que sabe disso (Brahman); não que não seja conhecido nem que seja conhecido.
II-3. É conhecido por quem é desconhecido; aquele a quem é conhecido não o conhece. É desconhecido para quem sabe e conhecido para quem não sabe.
II-4. Quando Brahman é conhecido como o Eu interior (de cognição) em todos os estados de consciência, Ele é conhecido na realidade, porque assim se alcança a imortalidade.
Através do próprio Ser é alcançada a força e através do conhecimento é alcançada a imortalidade.
IV-7. (Discípulo:)
“Venerado senhor, fale o Upanishad para mim.”
(Professor:)
“Eu falei o Upanishad para você.
De Brahman, na verdade, é o Upanishad que eu falei.”
IV-8. Deste conhecimento a austeridade, o autocontrole e a ação são os pés, os Vedas são todos membros e a verdade é a morada.
IV-9. Aquele que assim sabe disso, com seus pecados destruídos, fica firmemente assentado no infinito, bem-aventurado e supremo Brahman. Ele fica firmemente assentado (em Brahman).
Om! Que meus membros, fala, ar vital, olhos, ouvidos, força,
E todos os sentidos sejam plenamente desenvolvidos.
Tudo o que é revelado pelos Upanishads é Brahman.
Que eu nunca negue Brahman:
Que Brahman nunca me deserde.
Que não haja repúdio (de Brahman);
Que não haja infidelidade da minha parte.
Que todos os Dharmas exaltados pelos Upanishads brilhem em mim
Quem tem a intenção de conhecer o Eu.
Que eles brilhem em mim!
Om! Paz ! Paz ! Paz !
Aqui termina o Kenopanishad, conforme contido no Sama-Veda.
Kena Upanishad
Traduzido por Vidyavachaspati V. Panoli

16. Aquele que realiza o seu próprio Ser, que é a testemunha do poder chamado ignorância e ilusão, sabendo que “sou somente Brahman”, torna-se o próprio Brahman.
17. Deste Eu que é um com Brahman e que possui poder (isto é, maya) surgiu o éter imanifesto (Akasa) como uma serpente de corda.
18. Então do éter emergiu o toque não manifesto que é chamado de “ar” (Vayu). Então do ar surgiu o fogo; do fogo, água; e da água, a terra.
19. Então, depois de dividir e compor todos esses (elementos) sutis em cinco, somente a partir deles o Senhor auspicioso criou o ovo cósmico.
20. Envolvidos no ovo cósmico estão deuses, anti-deuses, Yakshas, Kinnaras, seres humanos, animais, pássaros, etc., de acordo com o resultado de suas próprias ações.
21. Os corpos dos seres que aparecem na forma de uma estrutura de ossos, tendões, etc., são o eu da natureza do alimento para o Eu todo-penetrante.
22. Então, mais para dentro, o eu de Prana [energia vital] está dividido (em cinco).
Ainda mais dentro está o eu da natureza da mente que é diferente (das outras).
23. Em seguida, ainda mais dentro e diferente está o eu da natureza do conhecimento.
Então, no interior, distinto, está o eu da natureza da bem-aventurança.
24. Aquele (eu) da natureza do alimento é permeado pelo (eu) da natureza da energia vital; da mesma forma, (o eu da) energia vital é pela natureza (permeada) pela (o eu) da natureza da mente.
25. O eu-mente é permeado pelo eu do conhecimento. O eu sempre feliz da natureza do conhecimento é sempre permeado de felicidade.
26. Da mesma forma, o eu da bem-aventurança é permeado por Brahman, a testemunha, o mais íntimo de tudo.
Brahman não é (permeado) por mais nada.
27-28. Ao realizar diretamente este Brahman, que é chamado de Suporte (a Cauda puccha), que é da natureza da verdade, do conhecimento e da não-dualidade, a essência, a alegria, o eterno, o habitante do corpo torna-se feliz em todos os lugares.
De onde, de outra forma, pode haver felicidade?
28-29. Se esta bem-aventurança suprema que é o próprio Ser de todos os seres não existisse, qual ser humano poderia estar vivo? Quem pode ser ativo?
29-30. Portanto, é este Ser, brilhando plenamente na consciência, que sempre torna feliz o eu individual, que de outra forma estaria cheio de tristeza.
30-32. Somente quando o grande asceta realiza sua unidade completa sem qualquer diferença disto, que é descrito como invisível, etc., ele atinge o destemor total.
Este é o Bem último, Imortalidade suprema, Existência absoluta, Brahman transcendente, além das três divisões (do tempo).
38-39. Percebendo aquele Brahman que é a Bem-aventurança, sem segundo, desprovido de atributos, a solidariedade da verdade e da consciência, como o próprio Eu, não tememos nada.
39-40. Aquele que conhece isso através dos ensinamentos de seu Guru, que se torna mestre de si mesmo, nunca sofre o impacto de boas ou más ações.
40-41. O mundo inteiro, que anteriormente aparecia como o inflitor e o infligido, agora brilha como o próprio Eu, devido ao conhecimento que surge do ensinamento Vedântico.
41-42. O puro (Brahman), Deus, o eu individual, o conhecedor, o meio de conhecimento, o objeto de conhecimento e o resultado – assim, para fins empíricos, é feita a distinção sétupla.
43-44. (A Consciência) desprovida da condição de Maya [nesciência cósmica] é chamada de “pura” (Brahman).
Quando relacionado à ignorância cósmica, é Deus.
Sob a influência da ignorância individual (Avidya), é o eu individual. Quando relacionado ao órgão interno é chamado de conhecedor.
Em relação às modificações do órgão interno, é denominado meio de conhecimento.
47. Agora falo da verdadeira essência do ensinamento de toda a Vedanta:
morrendo a si mesmo, tornando-se Ele mesmo, ainda assim permanece Ele mesmo.
Assim (termina) o Upanishad. Om!
Que Ele proteja nós dois juntos;
Que Ele nos alimente juntos;
Que possamos trabalhar em conjunto com muita energia,
Que nosso estudo seja vigoroso e eficaz;
Que não possamos disputar mutuamente (ou que não odiemos nenhum).
Om! Que haja Paz em mim!
Que haja Paz em meu ambiente!
Que haja Paz nas forças que atuam sobre mim!
Aqui termina o Katharudropanishad pertencente ao Krishna-Yajur-Veda.
Katharudra Upanishad
Traduzido pelo Prof. A. A. Ramanathan
Publicado pela Editora Teosófica, Chennai, Índia.








