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Shllomo N
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Bitcoin Maximalist, Christian, Landmark Baptist, Pretribulationist, Anti-state, Anti-government, Anti-pharma, Anti-psychology, Pro Guns, Pro Self Defense, Anticommunist.

Por isso que eu digo. É um problema insolúvel. O que me irrita é que os liberanais se recusam a aceitar que temos um problema. É um problema. Não tem jeito. Se liberar geral vira essa porcaria aque é agora. Filme woke, música ruim, banalização e morte cultural. Se fecha, segrega o conhecimento. É um problema de dualidade que precisa ser resolvido por pessoas sérias. Na minha humilde opinião, a solução não passa sem a necessidade de destruir a industria atua e construir algo no lugar. Mas o que seria esse algo?

É por isso que o problema do consumo da música é, por enquanto, insolúvel. Por um período na história, esse problema não existia e o fonograma era escasso. Com a digitalização isso acabou. A caixa de pandora foi aberta e não é possível mais atribuir escassez ao fonograma, e consequentemente à música. Isto não tem como ser solucionado, e por causa disso, a música está morta. Ela não vai mais evoluir; ao contrário ela seguirá sendo inflacionada e banalizada até que só sobre música de macaco.

Não sei o que é pior. A gente dá o benefício da dúvida pra imbecis aí descobre que entre eles e uma lata de merda, a diferença é a lata. Eu simplesmente não tenho paciência. A pessoa não tem o dever de saber que a música é a única arte que se desenvolve no tempo, mas precisa saber entender o que a expressão quer dizer. Para que não entende esta expressão: a música é a única arte que é apreciada enquanto é executada, não poucas vezes, até enquanto é criada, no caso dos improvisos. Ninguém consome um quadro enquanto ele é pintado. O sujeito não entendeu isso, PQP! Aí perde meu respeito. Não me falem de teatro e cinema. Não são artes puras mas uma junção formal de mais de uma arte pura. Portanto, novamente, a música é a única arte que desenvolve no tempo.

Aceito que ela pode contar e não vender a história. Ela pode cantar a música, ela pode tocar a música, mas ela não pode monetizar com esta música no YouTube. Ela não pode contar a história num canal e ganhar dinheiro com ela. Ela não pode imprimir num papel e sair vendendo. Ela não pode criar um PDF e colocar num site que ganha adsense para outros baixarem e copiarem. Ela não pode fazer isso. Não é dela, e se ela fizer isso, e todos fizerem isso, os verdadeiros contadores de histórias, os verdeiros dramaturgos que realmente tem o talento real, não vão ter nenhum estímulo para contar histórias. E todos vão perder.

O pior é que eu não estou dizendo que copiar o fonograma é roubo do artista. Ele ganha dinheiro com shows, sempre foi assim. Copiar fonograma é roubar o compositor. É um problema complicado. Sou sempre atacado por apresentar o problema. Esses libertários não querem saber de problemas. Para ele o mercado resolve tudo. O mercado está dominado por 5 selos musicais. Ele já resolveu o problema dele. Estou falando da música. O problema da música está sem solução. E pelo vista vai ficar sem solução se depender dos libertários.

Essa equivalência é errada. Eu teria que dar uma palestra sobre a história da música popular e erudita pra poder resolver essa sua comparação. Eu só posso dizer que em 1700 já tinha problemas mercadológicos na música. Há uma falsa equivalência em tudo que você está falando. Primeiro que música é uma arte diferente de todas as artes. Completamente diferente. Ela é a única arte que se desenvolve no tempo. Aí estamos entrando em filosofia da música. E não estou defendendo nada. Estou dizendo que copiar é roubar o compositor não o fonograma. E isso destruiu a música. Isto é um fato. A solução eu não sei qual é. Mas se não for resolvido este problema. Em menos de 10 anos só estaremos ouvindo música de ia. É um mundo triste e pobre. Se está ok pra você. De boa. Não tenho o que discutir

Infelizmente você não está oferecendo nenhum argumento. Eu estou oferecendo fatos. Isso está acontecendo. Se você acha que fenômenos como K Pop, Funk são manifestações muscais válidas e não o resultado de um escotoma mercadológico, fica complicado dialogar. Observe a realdade. Eu sou compositor profissional e letrista profissional. Eu abandonei o exercício desta profissão e desse mercado porque não vale a pena, justamente por estas razões. Falo por conhecimento de causa. Me ofereça evidências incontestáveis que o mercado de música não foi destruído que eu ofereço minhas considerações. Mas por favor, não desçamos o nível da conversa para o eu acho, ou senta que o leão é manso. Site 1 album original e decente lançado em 2023 que bombou de um compositor independente

Isso é um reducionismo do problema. Vocês libertários gostam de viver no mundo das ideias. O roubo de música de histórias, de livros e tudo já é um fato. O que isso causa? O empobrecimento total da música, dos livros e das ideias. Não sei porque esperneiam tanto quanto a isto se todos vocês já roubam música impunes. Vocês ganharam. Não precisam mais espernear. A indústria se ajustou e está cobrando seu alto preço na fonte, nos streamers que vocês pagam, nos vinis chiques caríssimos de material requentado que vocês adquirem, achando que estão pagando novidades, e na massificação e banalização da música em uma escala inabarcável por qualquer ser humano. Não precisam ficar com um megafone dizendo que copiar não é roubar. Vocês já estão fazendo isso. Só que banalizar a arte e imprimir dinheiro têm consequências. O problema da música e das artes é uma problema a solucionar. Não estou aqui oferecendo soluções. Estou dizendo que roubar propriedade rara que são composições, gera todos estes problemas em aberto. Tem quem não sabe o que é música já e consume lixo e tá de boa. Eu não sou assim. Eu vejo isso como um empobrecimento da cultura humana. É um triste fim para a arte musical no ocidente.

A música sofre de inflação. A massificação musical está para música assim como a inflação está para o dinheiro Fiat.

Os libertários não entendem que o bem na música não é o fonograma, mas a composição. Quando a composição não é remunerada corretamente, acontece uma inflação. Qualquer Zé Mané acha que é compositor. De um lado a evolução técnica possibilita que eguinhas pocotós surjam já que os desgraçados que as criam não queimaram um porco neurônio para trazer esses lixos para o mundo. Consequentemente a massificação acontece, e a boa música morre.

Esta é a genesis da nossa era de penúria musical. E por isso canais de covers do YouTube bombam mas só dão dinheiro aos selos que detém os royalties das canções eternas criadas antigamente.

Por isso, vemos plágios descarados de música clássica no pop, porque não há mais compositores. Estamos reimprimdo música. A impressora inflacionaria musical já roda há 30 anos, imprimindo as mesmas notas.

Parabéns a você que não quer pagar 5 reais num CD. Este seria o preço se o mercado não estivesse inflacionado.

Engraçado que estes que defendem o roubo da propriedade intelectual dos compositores, pagam streaming de música. A solução "mercadológica" da indústria, que foi a pá de cal da música contemporânea.

Não é justificável. No meu outro texto eu comento o caso do George Harrison. O problema são os selos. Em 90% dos casos, se os compositores fossem os verdadeiros donos do seu trabalho, eles entrariam em acordo. Afinal, é um problema entre eles. Mas por causa do roubo e massificação que a inflação musical causa. Todos precisam se acorovelar para poder garantir a bóia. Fazer música é caro, difícil e leva tempo. Quando o roubo é facilitado, a massificação, que é justamente a inflação da música, a falta de escassez, gera todos estes problemas. Essa equação não fecha. O fonograma pode ser copiado, mas a genialidade do autor, que é o verdadeiro bem, não é. Isso distorce o mercado. O libertários não entendem isso porque mercatioizam tudo.

Duas coisas que jamais me fariam libertário.

1 - Defender que usar drogas é crime sem vítima. Porque não só tem vítima na atual situação, como o viciado se torna um estorvo para sociedade e um perigo potencial em 99% dos acasos ao longo de pouco tempo.

2 - Defender roubo de propriedade intelectual artística, mais especificamente musical. O artista, o compositor, é quem busca da eternidade as melodias eternas que, sem o seu intermedio, jamais ouviriamos. Ele tem o direito de usufruir do que ele trouxe à realidade. Justificar o roubo de propriedade intelectual artística é condenar a sociedade à total massificação cultural. Precisamente esta em que nos encontramos, justamente porque ninguém quer pagar por algo que podem copiar ad infinitum.

O resultado é esta penúria cultural massificada; esta desgraça musical. Depois perguntam porque o mundo está enfiado nisso.

Impossibilitando os compositores de verdade a viverem da sua própria música, o "mercado", que são os grandes selos, e os unicos que podem pagar os advogados, assume o cenário, mediante a imposição royalties contra as plataformas (não contra você, seu ladrãozinho mequetrefe de mp3 e pagador de streamer), razão pela qual ninguém consegue ganhar dinheiro no YouTube com canal musical, por exemplo.

Por causa desta patifaria, eu tenho que aguentar música de quinta feita por IA, que também roubam o trabalho de compositores; os bons compositores têm que matar um leão pra poder subsistir, ou desistem da carreira, víde o caso do George Harrison, condenado por plágio em razão dessa massificação musical; e a música entra em entropia, por falta de quem tenha vontade de compor e inovar, já que o seu trabalho será roubado de todos os lados, seja pelas IAs, pelos plagiadores, pela indústria musical, e pelo público, que jamais pagaria por música, afinal, "copiar não é roubar".

Triste fim para 1000 anos de história da música.

Maldito seja o homem que acredita em outro homem. Malditos são os que acreditam em mentiras. Malditos todos os que aceitaram estas eleições imundas. Terão o que pediram. Minha raiva é levarem a mim junto.