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Yan
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Olá! Sou um jovem rapaz, cursado em Ciências Políticas, cinéfilo, fã de literaturas e filosofias, idiomas, Hq’s, economia e história… comunista/marxista (não marxiano/ortodoxo), fã de poemas e sonetos de amor - aprendiz de Francesco Petrarca - rockeiro mas aprecio vários outros estilos; desenhista de araque e boxeador de araque, vencedor do campeonato de calistenia regional (tem que vencer alguma coisa na vida também kkkk)

Kkk não precisa de tanta formalidade pra falar. Mass “co.” é só uma abreviação para “companhia”

Interessante, me recomende alguns de economia, até agora meus estudos em economia e HPE estão sendo apenas por vídeos e artigos. De livros só li Introdução à Economia do Gregory Mankiw (o 1º livro que se lê na maioria das universidades em economia)

Livros do Isaac Asimov (ficção científica) gosto bastante

Comecei a estudar economia mais a fundo… maldita matéria! É cheia de complexidades de todos os tipos, complexidades no sentido social e no sentido matemático, sou marxista, mas em pouco tempo tendo contato com pessoas ALEATÓRIAS que sequer são profissionais da economia, que provavelmente estudaram em casa, só com livros; já percebi que não presto nem pra ser marxista, tudo bem que a maioria das pessoas, tanto de esquerda quanto de direita não entendem absolutamente nada, mas eu me recuso a dizer que EU entendo porque meu Deus!

Os libertários que eu encontrei tem ótimos argumentos e entendem muito de economia apesar de qualquer coisa, estes a quem me refiro são mestres nas obras de seus autores austríacos, Mises,Hayek, Menger, Friedman, Bohm-Bawek e co., os marxistas que encontrei também não ficam atrás, são ótimos entendedores de Marx, Isaak Rubin, Rodosky, Ricardo,Lapidus, Ostrovityanov, István Metzáros e co.

E eu? Ah eu só tentei ler O Capital mesmo… e mais uns livrinhos, J.S.Mill-Utilitarismo, um resumo de A Riqueza das Nações, um resumo de O Capital, pra ver se me ajuda a entender aquela bomba; ainda sou medíocre… mas de certa forma aprecio minha mediocridade.

À quem leu isso: obrigado por ler essa baboseira

Acho que compreendi integralmente sua explicação, obrigado! Enumerando seus parágrafos aqui:

1°: Só tive contato com a ideia de capitalismo para os marxistas: a de que capitalismo é um modo de produção (forças produtivas+relações de produção) e que ele se caracteriza pela divisão social do trabalho, propriedade privada dos meios de produção e a divisão dela entre duas classes fundamentais: a que detém os meios para produzir e a que não os detém. Esse conceito é diferente do anarcocapitalista então…já que para o primeiro, a interferência do estado não muda o conceito.

2° Seria então uma resolução e atenuação da luta de classes por meio da instituição do sistema de trocas voluntário entre salários e força de trabalho, sem nenhuma forma de coerção ou “cercamento”?

(Ancaps não acreditam na mais-valia certo?)

O resto compreendi 100% 😁

Kkkkkkk sim, o L tem me ensinado bastante sobre este mundo, estou aprendendo mais sobre Crypto moedas etc.

AOS ANCAPS DAQUI: Sintam-se à vontade para responder a isso mas de maneira respeitosa. Escrevi agora à pouco para por no papel alguns apontamentos que fiz (estou em um tipo de crise intelectual) e sou comunista.

“A dialética, método filosófico desenvolvido por Hegel (um dos maiores inspiradores de Marx) diz que a síntese nasce de contradições entre tese e antítese, herdeiro disso mas também crítico de algumas partes da filosofia hegeliana (ex “Jovem Hegeliano” Marx escreveu A Crítica da Filosofia do Direito de Hegel, além de chamar vários dos ex colegas de idealistas). Marx aplica a dialética à história e lança a frase: “A história de todas as sociedades até aqui é a história da luta de classes”.

As contradições de classes sempre geraram rupturas e através de revoluções fizeram nascer novos modos de produção (comunitário primitivo - surgimento da propriedade privada da terra descrita por Rousseau como princípio da desigualdade - escravismo - feudalismo um pouco do mercantilismo e capitalismo após as revoluções burguesas) (capitalismo este que teve em diferentes países diferentes formas de implementação (via revolucionária/americana/francesa, via prussiana/azul, via burocrática, mas não entrarei nestes pormenores) e desenvolveu-se ao nível de capitalismo monopolista e posteriormente permitiu o desenvolvimento de um “capitalismo monopolista de estado”/imperialismo” e atualmente vemos nascer a possibilidade de um embrião de techno feudalismo perigoso, sendo assim eu não vejo ainda o anarcocapitalismo como o nível final, mesmo que o estado e a grande burguesia corporativista seja derrubada pelos libertários, voltaríamos à algo semelhante ao mercantilismo? Se sim, e me parece que sim, tudo se desenvolveria de volta ao surgimento dos estado-nações burgueses e monopolistas? (Tendo que Engels diz que o Estado nasce das contradições entre as classes, bebendo um pouco de Hobbes mas não completamente; este foi, posteriormente, um conceito modificado por Vladimir Ilyich Ulianov (Lenin) em O Estado e a Revolução definindo como “Um aparato de violência específica de classes” e ainda dizendo “Quando houver liberdade não haverá estado, enquanto houver estado não haverá liberdade”) - Acho que concordamos todos com essas duas frases de Lenin (exceto que os ancaps, imagino eu, retirem a parte de “específica de classes” e conservem o “aparato de violência”; posso estar enganado quanto à isto) - E se/quando os proletários se mostrarem insatisfeitos e a luta de classes se aflorar? Ou a luta de classes chegaria em fim ao seu fim após séculos e séculos de conflitos e rupturas? Talvez tudo não passe de desesperança minha… mas não me entra na mente que a luta de classes não existe, ou que o anarcocapitalismo sobreviveria, por mais que ele seja bom, sem o ressurgimento de um domínio de classe.”

Enfim, é isso, eu não conheço muito sobre o libertarianismo porém, se alguém quiser responder a alguma dessas minhas dúvidas fiquem à vontade para isto. 👍🙂

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Agradeço a recepção! Como o L disse eu não sou o esteriótipo de comunista apesar de ser minha ideologia

Perdão por ter lhe chamado de “Luiz” kkkkk foi o meu teclado que errou, eu ia digitar “L” e por algum motivo saiu “Luiz”

Tenha calma Luizkkkk a paixão é bela e Deus está guardando uma para você, espero que ela seja sua namorada, mas não vire padre só por isso, tem de haver um chamado mais espiritual

Sim. Você está certo, eu tomei uma posição crítica demais e sei que pareceu as vezes que eu recuso 100% as MEF. Mas não, é um tópico muito importante e deve ser mais estudado (há poucas fontes, poucos estudos confiáveis) então até lá eu evito confirmar as MEF como “ciência” puramente falando, chamo de pseudociência aplicada (porque também não é “pseudo” puramente falando).

Até lá, até os estudos sobre elas serem mais completos, será só um indicativo mesmo.

Exato. Não é “chamada” classe trabalhadora, é a de fato classe trabalhadora. Defendo isso, critiquei a forma com que falou no primeiro post apenas, veja, não se trata de juízo moral algum, a extinção da propriedade privada dos meios de produção (não qualquer propriedade) é objetivo a fim de impedir o retorno da exploração e do próprio estado/corporações como os temos. Isso se deve ao fato de que sigo uma tradição de curso histórico em que a luta de classes existe e o estado é gerido por uma delas.

Boa tarde à todos! Há alguns dias finalizei um “artigo” sobre microexpressões faciais, ele está público e deixarei o link aqui embaixo. Esse tema não se relaciona com minhas áreas, mesmo assim me propus a escrever essa análise, tudo aconteceu após meu treinador, que também é um amigo próximo, cometer alguns erros ao falar da confiabilidade da “ciência” das microexpressões faciais (sobretudo as de engano), após isso, dentro de semanas o artigo estava feito. Aqui está:

https://www.academia.edu/144600109/As_microexpress%C3%B5es_faciais_como_instrumento_de_promessa_cient%C3%ADfica_uma_an%C3%A1lise_cr%C3%ADtica_sobre_validade_e_limites_da_detec%C3%A7%C3%A3o_de_enganos?

Isso não faz muito sentido, eu só discordo de vocês libertários, não questionei nem fiz espantalhos de sua ideologia para lutar com eles, como o L disse, sou diferente, então se for argumentar, por gentileza, façamos em nível intelectual honesto e mais elevado. “Eu e meus companheiros” não existe, jamais faria uma separação entre o povo e “os companheiros”, odeio o estado tanto quanto vocês, mas sigo a ideia de que sem ele o capitalismo não existirá, portanto teríamos um outro modo de produção. Dante está correto, no fundo todos queremos um mundo melhor.

Olá Dante! Sou novo aqui, amigo o do L, eu sou quase polímata, cursado em ciências políticas, estudo historia diariamente, estudo o idioma russo, gosto de artes marciais e música. Reconheço seu conhecimento mas não sou libertário como você, sou comunista.