Good Night, Ns, Gute Nacht
Boa Noite
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No diálogo Sofista, Platão eleva movimento e não-ser, antes traços próprios à esfera sensível, a categorias centrais do sistema pareadas com repouso e ser (relativo), ainda subordinadas, todavia, ao ser absoluto ou Uno como ápice da teoria dos primeiros princípios.
No Filebo, a díade Uno-Múltiplo passa a ocupar o lugar central, mas toda a estrutura metafísica do sistema é perpassada pela hierarquia que vai da desordem do "sensível" (máximo predomínio do Múltiplo sobre o Uno) na base da pirâmide até o seu revés no ápice da pirâmide (o máximo predomínio do Uno sobre o Múltiplo, o "inteligível").
Recusem o viés para o Uno, e deixem em aberto todas as sínteses possíveis de Uno e Múltiplo (espaço lógico), como possiblidades a serem livremente exploradas pela evolução cosmológica, e então vocês chegam à ontologia dialética defendida hoje no projeto de sistema.
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https://ideiadacoerencia.wordpress.com/2022/10/10/a-via-descendente/
Viés para o Uno. Mas o Platão tardio tem algumas novidades sobre isto.
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É o contrário: como poderíamos compreender o que é meramente subjetivo? Como poderíamos ter acesso científico (abertura à refutação) a qualquer dado meramente subjetivo? A suposta "mente" é inacessível em terceira pessoa (solipsismo); em primeira pessoa, idem.
O que estamos trocando aqui em nostriadas não são dados supostamente mentais, mas conceitos intersubjetivamente testáveis.
O problema é que nada é exclusivamente subjetivo. Somos seres concretos, imersos em redes de coordenação de ação. Mesmo os pensamentos mais íntimos são, ao menos implicitamente, uma forma de interação.
O valor das coisas não é meramente objetivo, como se o preço fosse resgatável de algum fundamento estanque (o valor-trabalho, por exemplo). E também não é meramente subjetivo, como se dependesse do puro arbítrio do valorador (teoria subjetiva do valor).
O valor é produto de uma relação estritamente dialética entre subjetividade e objetividade (relativo/absoluto), e o predomínio de um sobre o outro vem em graus.
O lastro de uma história de sucesso (coerência de longo prazo) dá ao ouro mais objetividade (menos relatividade) do que ao Bitcoin, mas isto obviamente pode mudar no futuro.
A estabilidade do referencial vem por graus.
Sim, a precificação das moedas é totalmente relativa, mas alguns preços são menos relativos do que outros.
⚡ Se um dia o Bitcoin for moeda, as zapiadas vão girar livres, totalmente livres do preço do Bitcoin ⚡
Not defending tyrannies, all good 🤙
Yeah, Nostr only too.
🤝
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✍️
Todos os movimentos convergem no todo
e todos nele voltam a divergir.
O voto tem função negativa: é para tirar os piores e evitar o pior, a tirania.
BD, N-tchês, GM

O paradoxo do libertarianismo é que a própria empresa, o pilar da visão libertária de mundo, é uma força centralizadora¹.
"Ah, mas os mercados são uma força anárquica e descentralizadora".
Não, os mercados tendem ao equilíbrio dinâmico entre descentralização e centralização, como os demais sistemas adaptativos complexos, explorando uma miríade de possibilidades nos quadrantes de Leibniz.
¹Leiam o R. Coase (1937): http://argento.bu.edu/hes/rp-coase37.pdf
Não é "o capitalismo vive em crises".
A sociedade é uma das manifestações daquele processo de detecção e superação de incoerências (atuais ou potenciais) que é a própria vida.
Todo déspota sempre crê saber qual o "futuro melhor":
dogmatismo epistêmico => totalitarismo político;
conhecimento fechado => sociedade fechada.
A descoberta do velho Popper.
Today I opened my Nostr, discovered a new thinker (to me), and spent time reading about him.
'Ah, but Nostr is empty, there’s no one here.'
No, Nostr is dissolving social media and giving a chance to dialogue.
Mídia social é o entrecruzamento de uma plêiade de monólogos exteriorizados.