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Leonardo Dias
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Empreendedor, Professor, Cientista de Dados, Escritor e Co-fundador da Semantix e da Arvor

O próximo seria o WhatsApp?

Essa é uma das coisas mais bizarras que já vi em Distopil!

Deus vai salvar o povo, não importa o que o povo deixe de fazer.

Faça tudo o que estiver ao seu alcance! https://nostr.build/av/8d65b225717561ce428939132c860341e09d7f9f1e0373570670a6cd3e9fa4e2.mov

Chris Cornell, Anthony Bourdain, Avicii e Chester Bennington estavam trabalhando nesse documentário, "The Silent Children". Uma promo foi lançada.

No período de apenas 1 ano após eles anunciarem o documentário, os 4 apareceram mortos por "suicídio".

https://www.youtube.com/watch?v=u1p9IrG-gXY

Assistam ao clipe que Aviici gravou 3 anos antes de ser encontrado morto, num hotel em Omã. Sua morte teria sido considerada um suicídio. Mas será mesmo? No clipe dessa música, ele denuncia o crime organizado do tráfico humano de crianças. Duas delas fogem de um homem poderoso e começam a matar todos os membros da quadrilha.

https://www.youtube.com/watch?v=Xq-knHXSKYY

Esse é o DJ Avicii.

Ele morreu em 2018 e a causa teria sido suicídio. Mas será mesmo?

Siga o fio 🧵

A ESTRATÉGIA DA INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL PARA A DIREITA EM DISTOPIL

Como alguns curiosos em Distopil careciam de filósofos vivos dispostos a interpretar a realidade, partiram para um sistema de inteligência artificial onde despejaram suas aflições e dúvidas. A resposta, infelizmente, foi infrutífera. Os cidadãos ainda não estavam preparados para essa grandiosa estratégia. Havia o medo, o receio e a angústia. Mas eles sabiam que teriam alguma chance se tentassem. Será que serão capazes? Veja a resposta da inteligência artificial:

A situação em Distopil é certamente desafiadora para os conservadores e pessoas de direita. Para lidar com essa situação, a direita pode usar as seguintes estratégias:

1. Comunicação em massa: É essencial para a direita estabelecer linhas de comunicação que são resistentes à censura. Plataformas descentralizadas de compartilhamento de informações, como redes blockchain, podem ser utilizadas para garantir a livre circulação de ideias. Da mesma forma, os conservadores podem se organizar em redes de mídia social encriptadas e de código aberto para evitar a censura.

2. Ação legal: Mesmo com o Judiciário tendencioso, os conservadores podem se mobilizar e buscar ajuda legal internacional, apelando para organizações de direitos humanos e a Corte Internacional de Justiça, para exibir as violações dos direitos humanos e de liberdade de expressão ocorrendo em Distopil.

3. Mobilização política: No Legislativo, os membros conservadores devem trabalhar para consolidar o poder e proteger suas posições. Eles devem continuar a articular suas posições, construir alianças com outros membros moderados e trabalhar para expor a corrupção e os abusos de poder do Judiciário e do Executivo. Isso pode ajudar a minar a legitimidade do regime em vigor.

4. Diplomacia internacional: Os conservadores de Distopil podem buscar alianças com nações estrangeiras, grupos de direitos humanos e organizações internacionais. Esses aliados podem ajudar a exercer pressão diplomática e econômica sobre o governo de Distopil para restaurar a liberdade de expressão e os direitos políticos.

5. Formação de movimentos de resistência civil: Embora seja arriscado, os conservadores podem trabalhar para formar um movimento de resistência pacífica. Este movimento pode trabalhar tanto aberta quanto clandestinamente para desafiar a repressão governamental, construir solidariedade entre os conservadores e demonstrar a opressão do governo ao mundo.

6. Educação: A educação tem um papel fundamental na mudança de mentalidades e na construção de uma sociedade mais aberta e democrática. Os conservadores podem trabalhar para criar oportunidades educacionais que fomentem o pensamento crítico e promovam os princípios democráticos.

7. Foco no Eleitorado: Mesmo que a situação pareça sombria, é crucial não esquecer que, em uma democracia, o poder está nas mãos do povo. Os conservadores devem concentrar esforços em conscientizar, informar e mobilizar o eleitorado. Apresentar uma imagem clara do que está acontecendo e como isso afeta a vida cotidiana das pessoas pode ser uma maneira eficaz de fazer isso.

8. Conexão com Grupos Influenciadores: Embora a mídia mainstream possa estar dominada por um viés, existem sempre grupos influenciadores em qualquer sociedade. Isso pode incluir líderes religiosos, formadores de opinião, celebridades, empresários influentes, etc. Conectar-se com esses grupos e ganhar seu apoio pode ajudar a amplificar as mensagens conservadoras.

9. Atração de Aliados Moderados: Nem todos que não se alinham com os conservadores necessariamente apoiam as ações do Judiciário. Haverá indivíduos e grupos que valorizam a democracia, a liberdade de expressão e o pluralismo político. É importante procurar esses aliados potenciais e trabalhar juntos para defender esses valores.

10. Desenvolvimento de uma Visão Positiva: Uma das maneiras mais eficazes de atrair apoio é ter uma visão clara e positiva para o futuro. Os conservadores precisam apresentar uma alternativa atraente ao status quo. Isso inclui um plano claro para garantir a liberdade de expressão, o estado de direito e a proteção dos direitos humanos.

11. Planejamento de Longo Prazo: As mudanças reais geralmente levam tempo. É importante que os conservadores em Distopil desenvolvam um plano de longo prazo para como eles podem alcançar suas metas. Isso pode incluir tudo, desde o desenvolvimento de novos líderes até o planejamento de como lidar com possíveis contratempos.

A situação em Distopil é difícil, mas não impossível. Embora o caminho seja perigoso e incerto, o compromisso com a liberdade, a democracia e os direitos humanos pode abrir caminho para uma mudança positiva.

Deixarei aqui algumas imagens que criei para inspirar a direita em Distopil nessa estratégia. São apenas símbolos da união em torno de uma ideia positiva. Espero que anime a todos vocês nessa jornada.

COMO DESTRUIR O OCIDENTE EM 8 PASSOS

1. Lance no mundo uma doença de gravidade ambígua e a cura que se deve adotar é a asfixia econômica das nações.

2. Imponha ao Ocidente terapias quixotescas e máscaras que roubam o precioso sopro de vida dos pensamentos humanos.

3. Reduza o Ocidente à impotência, transformando a produção física e industrial em domínio exclusivo de sua nação.

4. Seja mero espectador da morte que brota do Ocidente através de experimentações farmacológicas para uma praga cuja mortalidade nem é tão vasta.

5. Incentive a exportação de aparelhos médicos que, ironicamente, podem inflar a mortalidade desta praga.

6. Seja o manipulador dos cordões da mídia, fazendo-a pregar o falso credo de que remédios de baixo custo e acessibilidade são totalmente ineficazes.

7. Empurre o Ocidente a punir aqueles que ousam contradizer os decretos ditatoriais contemporâneos.

8. Se chegou a este ponto e concordou com muitos desses passos, então, a mais temível arma contra o Ocidente já revelou seu poder.

Ela não é nenhum patógeno.

É a sutileza da engenharia social.

AS TÁTICAS SOVIÉTICAS

As táticas soviéticas são muitas, mas já que estamos indo na linha de um governo soviético, vamos aprender algumas das práticas deles:

1) KOMPROMAT: Como a Paula Schmitt falou em seu artigo, consiste na construção de dossiês, verdadeiros ou não, que comprometam alguém a ponto de dever favores ao governo. (https://en.wikipedia.org/wiki/Kompromat)

2) AGITPROP: Agitação e propaganda, feita na mídia, nas notícias, na cultura dos sovietes. (https://en.wikipedia.org/wiki/Agitprop)

3) KRASNYJ TERROR: O terrorismo de estado revolucionário para eliminar qualquer dissiência, seja por morte ou prisões (Gulag) (https://en.wikipedia.org/wiki/Red_Terror).

4) BOLSHAYA TCHISTKA: ou "Grande Expurgo". Prática stalinista de eliminar a oposição. Foi usada por Stalin para eliminar grupos associados à Trotsky, que fugiram da Rússia. (https://pt.wikipedia.org/wiki/Grande_Expurgo)

5) HOLODOMOR: Causar fome aos seus inimigos, matando-os com falta de comida (https://en.wikipedia.org/wiki/Holodomor)

6) RASKULACHIVANIE: Consistia na prática de mandar para as gulags os opositores políticos do momento. (https://en.wikipedia.org/wiki/Dekulakization)

7) KOLLEKTIVIZATSIYA: a prática de roubar do cidadão, especialmente dos pequenos e médios empreendedores. Os grandes não sofriam tanto. Lembra do ataque aos pequenos empreendedores? pois é, bem isso.

https://pt.wikipedia.org/wiki/Coletivização_forçada_na_União_Soviética

8) PSIKHIATRII V POLITICHESKIKH TSELYAKH: consiste em usar a psiquiatria para usos políticos. Por exemplo, chamar manifestantes pró-democracia de antidemocráticos, de doentes mentais, e interná-los por doenças psiquiátricas inexistentes.

https://en.wikipedia.org/wiki/Political_abuse_of_psychiatry_in_the_Soviet_Union

9) DEPORTATSII NARODOV: A prática de transferir dissidentes do regime para outras áreas do país. No caso da Rússia, o local escolhido foi a Sibéria, para onde foram enviados vários povos e dissidentes.

(https://en.wikipedia.org/wiki/Population_transfer_in_the_Soviet_Union)

10) GOSATEIZM: O Ateísmo de Estado. A religião principal no círculo de poder dos sovietes. Dentre suas práticas estava abolir, censurar, fechar e expropriar igrejas. Um ano após a revolução russa, todas as igrejas haviam sido expropriadas. (https://en.wikipedia.org/wiki/Religion_in_the_Soviet_Union)

11) IDEOLOGÍCHESKIY KONTRÓL' e TSENZÚRA: Controle ideológico na religião, nas artes e na ciência. Nada mais é do que censura, não permitindo que algumas descobertas ou temas sejam divulgados livremente. (https://en.wikipedia.org/wiki/Censorship_in_the_Soviet_Union)

12) SHEPTUN: o costume de angariar pessoas para espionar para o governo, dividindo a sociedade e tornando vantajoso fornecer informações sobre as pessoas para o governo. Espionagem do próprio povo, nesse caso.

(https://npr.org/2007/12/22/17376494/whisperers-of-stalins-russia-find-their-voice)

13) INTERNET-TSENZÚRA: sistema de vigilância da internet e de censura judicial implantado na Rússia atualmente. Vem inspirando muitos países do ocidente (aqui e alhures) com tendências autoritárias a adotar. Similar ao modelo eurasiano.

(https://abnoticianews.com.br/noticia/100918/entenda-como-funciona-a-rede-de-espionagem-de-putin-na-internet)

14) DEZINFORMATSIYA: a desinformação. Estratégia importantíssima do regime soviético. Veja o vídeo.

https://www.youtube.com/watch?v=Zc2AUzMvCxg

Compartilhe as táticas soviéticas e saiba antes o que eles querem fazer com você.

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UMA ANÁLISE MATEMÁTICA DA MORTALIDADE E DA NATALIDADE NO BRASIL NOS ÚLTIMOS ANOS

A partir dos dados obtidos do site de Registro Civil (https://transparencia.registrocivil.org.br/registros), realizei uma análise das tendências da natalidade e mortalidade nos últimos anos.

Estes foram os passos seguidos para estimar os números da população:

- Usei a estimativa do censo de 2022 (207.750.291 habitantes)

- Calculei os números dos anos anteriores subtraindo nascimentos e adicionando os óbitos do ano em questão.

- A Taxa de Natalidade e a Taxa de Mortalidade foram calculadas usando a seguinte fórmula:

Taxa de Natalidade = (Nascimentos x 1000) / População

Taxa de Mortalidade = (Óbitos x 1000) / População

Observando esses dados, identifiquei as seguintes tendências:

- Existia uma tendência de aumento na taxa de natalidade até 2019. No entanto, essa taxa caiu drasticamente a partir de 2020 e não se recuperou em 2022.

- A taxa de mortalidade aumentou significativamente em 2020 e 2021, anos que coincidem com a circulação do vírus e o início da vacinação, respectivamente. É notável que em 2022, mesmo com a vacinação em andamento, a taxa de mortalidade não apresentou uma diminuição significativa.

- Uma linha de tendência polinomial de 2º grau de óbitos ajuda a entender "as mortes em excesso". A maior quantidade de mortes em excesso aconteceu em 2021, ano em que a vacinação começou.

- Em 2022, a queda na taxa de mortalidade foi significativa quando comparada com a linha de tendência, porém ainda permaneceu muito mais alta do que em 2019, antes da pandemia, e similar a 2020, quando o vírus começou a circular pelo Brasil.

- Houve um aumento significativo na taxa de mortalidade, de acordo com os registros de óbitos no Brasil. No entanto, esses números não esclarecem a causa das mortes. Seria necessário uma análise mais aprofundada das causas para determinar se essas mortes foram exclusivamente devido à COVID-19.

- É importante notar que nossa taxa de mortalidade já vinha crescendo anualmente. Estamos falando de uma taxa proporcional à população. Em outras palavras, mais brasileiros estavam morrendo anualmente desde 2015, e muitos de nós nunca paramos para considerar a significância disso.

- Começamos a nos preocupar mais com os óbitos durante a pandemia. No entanto, a pandemia não pode ser a única explicação para esse aumento de óbitos, especialmente porque em 2022 havia muitas pessoas vacinadas no Brasil.

As seguintes perguntas precisam ser feitas:

- Por que mais brasileiros estão morrendo?

- Por que menos brasileiros estão nascendo?

- Quais são as causas disso, visto que a pandemia terminou e ainda estamos observando um excesso de óbitos, não só no Brasil, mas também em vários países da Europa, especialmente no Reino Unido?

Possíveis explicações para essas tendências podem estar relacionadas à vacinação e ao impacto da pandemia em nosso sistema de saúde e comportamento social. Contudo, sugiro cautela em atribuir causalidade diretamente à vacinação sem uma análise mais aprofundada e conclusiva.

De acordo com a análise de óbitos por causas respiratórias e cardíacas (https://transparencia.registrocivil.org.br/painel-registral/especial-covid), percebe-se um excesso de mortes nos anos de 2020 e 2021 ligadas à COVID.

Este excesso de mortes não é tão evidente em 2022, no entanto, a taxa de mortalidade ficou em níveis parecidos com os de 2020.

Além disso, em 2022, há um aumento notável de mortes por septicemia e doenças cardíacas inespecíficas, assim como AVCs e infartos.

É crucial fazer uma análise mais detalhada desses números e das causas de mortes para entender completamente o que está acontecendo.

A diminuição das mortes por COVID e o aumento das mortes por outras causas podem indicar que, em algum ponto, a vacinação pode ter perdido eficácia ou pode estar causando um excesso de óbitos por outros motivos.

Mesmo que o número absoluto de óbitos tenha diminuído, a taxa de mortalidade no Brasil ainda está no nível de 2020.

Assim como muitos europeus estão analisando os dados de excesso de mortes em seus países, também é crucial que façamos o mesmo no Brasil para entender melhor a saúde de nossa nação.

Existem ainda muitas questões a serem respondidas pelos dados em todo o mundo. Porém, é fundamental buscar essas respostas para entender melhor as consequências da pandemia e das medidas tomadas para combatê-la.

Há tiros (ou agulhadas) saindo pela culatra...

Fiz um levantamento do site do Registro Civil para entender melhor as causas dos óbitos nos últimos anos.

Como se pode ver, há um pico de COVID em 2021 que levou a uma pequena queda nas pneumonias. Mas curioso mesmo é o aumento nas infecções generalizadas, cardiológicas e respiratórias. Sendo que as respiratórias diminuíram em 2021, enquanto as cardiológicas vêm aumentando consistentemente desde 2019.

As infecções generalizadas até diminuíram em 2020, mas subiram bastante em 2021 e, em 2022, já com a vacina, seguiram aumentando.

A queda de mortes por COVID foi substancial, mas, no patamar geral, não vimos uma queda significativa nessas mortes ainda, como vimos no gráfico de taxa de mortalidade acima.

Para pegar esses dados, tive de tirar os números dos gráficos da página https://transparencia.registrocivil.org.br/painel-registral/especial-covid.

O download que estão disponibilizando no site não tem as informações com todas as quebras para gerar o gráfico abaixo.

Quando quebramos os dados, dá para notar um aumento importante principalmente nos casos de "Causas cardiovasculares" que não são AVC ou Infarto.

Também houve um aumento de pneumonias e infecções generalizadas em 2022, após a vacinação.

Estaria algo afetando nossos sistemas circulatórios e a nossa imunidade?

UMA ANÁLISE MATEMÁTICA DA MORTALIDADE E DA NATALIDADE NO BRASIL NOS ÚLTIMOS ANOS

A partir dos dados obtidos do site de Registro Civil (https://transparencia.registrocivil.org.br/registros), realizei uma análise das tendências da natalidade e mortalidade nos últimos anos.

Estes foram os passos seguidos para estimar os números da população:

- Usei a estimativa do censo de 2022 (207.750.291 habitantes)

- Calculei os números dos anos anteriores subtraindo nascimentos e adicionando os óbitos do ano em questão.

- A Taxa de Natalidade e a Taxa de Mortalidade foram calculadas usando a seguinte fórmula:

Taxa de Natalidade = (Nascimentos x 1000) / População

Taxa de Mortalidade = (Óbitos x 1000) / População

Observando esses dados, identifiquei as seguintes tendências:

- Existia uma tendência de aumento na taxa de natalidade até 2019. No entanto, essa taxa caiu drasticamente a partir de 2020 e não se recuperou em 2022.

- A taxa de mortalidade aumentou significativamente em 2020 e 2021, anos que coincidem com a circulação do vírus e o início da vacinação, respectivamente. É notável que em 2022, mesmo com a vacinação em andamento, a taxa de mortalidade não apresentou uma diminuição significativa.

- Uma linha de tendência polinomial de 2º grau de óbitos ajuda a entender "as mortes em excesso". A maior quantidade de mortes em excesso aconteceu em 2021, ano em que a vacinação começou.

- Em 2022, a queda na taxa de mortalidade foi significativa quando comparada com a linha de tendência, porém ainda permaneceu muito mais alta do que em 2019, antes da pandemia, e similar a 2020, quando o vírus começou a circular pelo Brasil.

- Houve um aumento significativo na taxa de mortalidade, de acordo com os registros de óbitos no Brasil. No entanto, esses números não esclarecem a causa das mortes. Seria necessário uma análise mais aprofundada das causas para determinar se essas mortes foram exclusivamente devido à COVID-19.

- É importante notar que nossa taxa de mortalidade já vinha crescendo anualmente. Estamos falando de uma taxa proporcional à população. Em outras palavras, mais brasileiros estavam morrendo anualmente desde 2015, e muitos de nós nunca paramos para considerar a significância disso.

- Começamos a nos preocupar mais com os óbitos durante a pandemia. No entanto, a pandemia não pode ser a única explicação para esse aumento de óbitos, especialmente porque em 2022 havia muitas pessoas vacinadas no Brasil.

As seguintes perguntas precisam ser feitas:

- Por que mais brasileiros estão morrendo?

- Por que menos brasileiros estão nascendo?

- Quais são as causas disso, visto que a pandemia terminou e ainda estamos observando um excesso de óbitos, não só no Brasil, mas também em vários países da Europa, especialmente no Reino Unido?

Possíveis explicações para essas tendências podem estar relacionadas à vacinação e ao impacto da pandemia em nosso sistema de saúde e comportamento social. Contudo, sugiro cautela em atribuir causalidade diretamente à vacinação sem uma análise mais aprofundada e conclusiva.

De acordo com a análise de óbitos por causas respiratórias e cardíacas (https://transparencia.registrocivil.org.br/painel-registral/especial-covid), percebe-se um excesso de mortes nos anos de 2020 e 2021 ligadas à COVID.

Este excesso de mortes não é tão evidente em 2022, no entanto, a taxa de mortalidade ficou em níveis parecidos com os de 2020.

Além disso, em 2022, há um aumento notável de mortes por septicemia e doenças cardíacas inespecíficas, assim como AVCs e infartos.

É crucial fazer uma análise mais detalhada desses números e das causas de mortes para entender completamente o que está acontecendo.

A diminuição das mortes por COVID e o aumento das mortes por outras causas podem indicar que, em algum ponto, a vacinação pode ter perdido eficácia ou pode estar causando um excesso de óbitos por outros motivos.

Mesmo que o número absoluto de óbitos tenha diminuído, a taxa de mortalidade no Brasil ainda está no nível de 2020.

Assim como muitos europeus estão analisando os dados de excesso de mortes em seus países, também é crucial que façamos o mesmo no Brasil para entender melhor a saúde de nossa nação.

Existem ainda muitas questões a serem respondidas pelos dados em todo o mundo. Porém, é fundamental buscar essas respostas para entender melhor as consequências da pandemia e das medidas tomadas para combatê-la.

Há tiros (ou agulhadas) saindo pela culatra...

OS DEPOPULACIONISTAS

A verdadeira arena de combate no mundo contemporâneo não se configura num duelo entre direita e esquerda.

Temos, ao invés disso, a luta dos "depopulacionistas" contra o restante da humanidade. "Depopulacionista" talvez não seja um termo dicionarizado, mas a inventividade das palavras é uma das chaves para o entendimento de complexas questões.

É apropriado, sobretudo, visto que os adeptos desta corrente são especialistas em rotular aqueles que não concordam com suas estratégias com sufixos pejorativos "-ista". Assim, faz sentido atribuirmos a eles um rótulo que desmascara sua intenção nefasta: a redução populacional, a custo de nossa liberdade e dignidade.

Nenhum "depopulacionista" deveria ocupar cargos governamentais, seja em que canto do mundo for. Identificá-los sob essa alcunha, como parte de um mesmo grupo, dificulta que eles continuem operando como uma hidra de mil cabeças, criando caos e confusão.

Estes são indivíduos que pregam o uso de máscaras, impõem vacinações, defendem o aborto, a utilização de anticoncepcionais, esterilizações, flertam com a ideologia de gênero e com radicalismos "istas" diversos. São os megainvestidores que desejam desestruturar a família (alheia) e as liberdades individuais (alheias), enquanto fomentam o ódio entre raças, classes e identidades.

Se colocarmos todos sob o mesmo rótulo, podemos denominá-los como #depop e assim torná-los tão irrisórios quanto suas ideias de controle e redução populacional.

Há uma beleza moral inegável em aplicar em si mesmo as diretrizes de uma ideologia que se deseja impor aos outros, não é mesmo? Pois, se uma ideologia falha quando testada no indivíduo que a propaga, certamente falhará com o resto da humanidade.

Nesse sentido, os “depopulacionistas” encontram um impasse: é impossível que apliquem suas próprias ideias consigo mesmos. Mas se fosse possível, deveriam fazê-lo, já que esta seria a única forma honesta de validar suas proposições. Caso contrário, estas não passam de instrumentos de controle e repressão disfarçados de soluções para a humanidade.

LIBERDADE

O tempo corre, nada mais que ele corre.

Diante do tempo você anda.

Se você hesita, você sabe,

você morre.

O tempo é o tempo que manda.

Por isso olhe a vida com Liberdade

Lembre sempre que há outra opção.

Quando faltarem ideias para a felicidade,

é porque falta a paixão.

Sucesso é a única possibilidade.

O MODO

Planetas rodam em torno de estrelas,

por um buraco negro gira uma galáxia.

O tanto e o quando eles quiseram tê-las

Espiralou onde tudo se encaixa.

Assim vai sendo o girar do relógio,

por um Amor eterno que se procura,

Não o de si, que não pode ser a cura

da solidão do inútil autoelogio.

Ser capaz de atrair e distrair

O que quer que seja, agora ou então,

Há de ser a habilidade do porvir:

A profecia da auto realização.

Se você voa para a estrela como um planeta

desorientado, você vai se explodir todo.

Descubra a órbita da vida perfeita

Não importa quando, o quê, por quê, ou o modo.