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ΜΟΛΩΝ ΛΑΒΕ
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Vou esperar o Habla voltar ao ar, por lá é so colocar o link da imagem.

deveria ter uma forma de usar a imagem por link, como no Habla News

Preciso pagar pra upar a imagem então? Que bela bosta. O Habla precisa voltar a funcionar logo.

Passei horas do meu domingo fazendo pesquisas sobre o Sanfedismo e rendeu um artigo de quase 7 mil palavras. IA facilita muito as coisas, ainda bem!

Praticamente não existe material sobre isso em português, o que é uma tristeza pois é uma história incrível de um movimento contra-revolucionário.

Basicamente só foi necessário traduzir um artigo em italiano e buscar referências ao canto sanfedista (o mais difícil!).

Talvez eu poste amanhã.

É ingenuidade pensar que aquilo que entra pelos nossos olhos e ouvidos não deixa marcas.

Cada vídeo assistido, cada palavra ouvida, cada imagem rolada sem pensar — tudo isso vai moldando, pouco a pouco, quem você se torna.

Vivemos na era da superexposição.

O excesso é constante: notícias, ruídos, opiniões, entretenimento, escândalos.

E o pior é que não percebemos o efeito disso até que o dano já esteja feito:

Ansiedade crescente. Incapacidade de foco. Incômodo com o silêncio.

Vício em distrações vazias.

Os vídeos curtos, por exemplo, são o símbolo perfeito dessa nova lógica:

Conteúdos rápidos, descartáveis, viciantes. Eles capturam a atenção não pela profundidade, mas pela intensidade.

O cérebro, bombardeado por estímulos, aprende a rejeitar tudo o que exige mais do que 15 segundos de esforço.

A concentração morre. A leitura se torna difícil. A contemplação, insuportável.

Você é o que consome.

Você se torna aquilo que escolhe ouvir, ver, repetir.

E se tudo o que entra em você é ruído, distração e superficialidade… é isso que começa a transbordar.

Vivemos, então, uma epidemia do barulho.

Uma epidemia da distração crônica.

E talvez o maior desafio hoje seja resistir — recuperar o silêncio interior, cultivar atenção de verdade, nutrir-se de conteúdo que constrói, e não apenas entretém.

Porque o que parece inofensivo, com o tempo, redefine quem você é.

Continuarei estando, tô só de passagem.

É óbvio que não farei um filho baseado num post do Nostr, Liechtenstein.

Desbloqueei um novo medo: Não deixar descendentes e cortar a ancestralidade do meu sobrenome que vem há pelo menos cinco gerações — isso que está documentado, mas certamente é mais antigo.

Ainda é cedo pra afirmar, a própria Rerum Novarum foi redigida no décimo quarto ano do pontificado do Papa Leão XIII.

“[...] Em não poucos países, o Estado tem deitado a mão a estas sociedades, e tem acumulado a este respeito injustiça sobre injustiça: sujeição às leis civis, privações do direito legítimo de personalidade, espoliação dos bens. [...] Assim não podemos deixar de deplorar amargamente espoliações tão iníquas e tão funestas.”

CARTA ENCÍCLICA

«RERUM NOVARUM»

DO SUMO PONTÍFICE

PAPA LEÃO XIII

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Cara, finalmente acertei no fone!

QCY H3

Conheci uma mina que gostou bastante de Oyasumi Punpun

O Espírito Santo, a Terceira Pessoa da Trindade, não tem nada a ver com os espíritos do espiritismo 😂

“Pensava que estavas em silêncio e que era minha mãe a falar. Entretanto, era por meio dela que Tu falavas e eu, filho da Tua serva, desprezando-a, desprezei a Ti. Mas eu não sabia e me precipitava tão cegamente que, estando em meio aos meus amigos, envergonhava-me por ser menos indecente que eles quando os ouvia gabarem-se de sua devassidão. Sim! E quanto mais se gabavam, mais se rebaixavam. Eu sentia prazer não somente nas obras da carne, mas nos louvores. O que é digno de censura senão o vício? Fiz-me pior do que era antes para que não fosse censurado e, quando não havia cometido pecado semelhante ao dos outros, dizia ter feito o que não havia feito para que não fosse desprezado por ser mais inocente que eles e para não cair em seu conceito por ser mais casto.”

Capítulo III;

Livro II;

Confissões de Santo Agostinho.

Então menos hashtags e mais ligações kkkkk

Talvez fique bom retirando os órfãos.

O meu tá assim:

Mas eu não uso muito esse recurso, prefiro usar os diretórios mesmo.

A respeito da Inquisição Medieval:

A partir do momento em que uma pessoa era oficialmente declarada herege, — especialmente se fosse reincidente — ela deixava de pertencer à Igreja. E, por não mais pertencer ao corpo eclesiástico, a Igreja não tinha mais autoridade sobre ela. Essa declaração marcava o rompimento entre o indivíduo e a comunidade eclesiástica. A partir daí, o caso assumia um novo caráter: transformava-se em uma questão de ordem civil, de responsabilidade do Estado — ou seja, do poder secular. A jurisdição e a execução da pena passavam, então, para o poder civil.

Importante destacar: o Estado não executava uma sentença da Inquisição. O que acontecia era que o Estado aplicava uma pena segundo o direito penal vigente à época — onde a heresia era considerada crime contra a ordem social e, frequentemente, punível com a morte.

E por que o Estado via a heresia como crime? Porque, naquele contexto, toda a organização da sociedade — suas leis, costumes e estruturas políticas — era orientada pela fé católica. A heresia, portanto, não era apenas uma divergência religiosa, mas uma ameaça à ordem civil e à coesão da sociedade. Por isso, sua repressão era vista como uma defesa do corpo social como um todo. Daí a heresia ser vista como crimen laesae majestatis divinae — um "crime de lesa-majestade divina".

O cristianismo evangélico surgiu a partir da Reforma Protestante?

Motivos que tornam os incentivos da monarquia melhores que o de uma república democrática:

1 Tradição e continuidade

Monarquias preservam tradições e símbolos que conectam o presente ao passado criando um sentimento de pertencimento e continuidade histórica que fortalece a união nacional;

2 Preparação dos herdeiros

Há um esforço consciente para preparar herdeiros com educação rigorosa e treinamento em governança garantindo que estejam bem preparados para manter a continuidade e estabilidade do governo;

3 Legado e estabilidade

O desejo do monarca de deixar um legado positivo para seu descendente leva a um foco em estabilidade prosperidade e continuidade resultando em políticas eficazes e governança atenta;

4 Responsabilidade e risco

Falhas significativas em uma monarquia recaem inteiramente sobre a família imperial colocando em risco a segurança e reputação de seus membros enquanto em uma república o impacto é mais difuso;

5 Neutralidade política

O monarca frequentemente atua como uma figura neutra acima das disputas políticas ajudando a evitar polarização e atuando no melhor interesse da nação sem pressões partidárias;

6 Estabilidade de longo prazo

Monarquias com líderes vitalícios podem oferecer um ambiente político mais estável em comparação com repúblicas onde mudanças frequentes de liderança e ciclos eleitorais podem levar a prioridades de curto prazo.